Fim da ‘crise do clima’: SP cria polo tecnológico para baixar preço de frutas e verduras na sua mesa

Verduras, legumes e frutas podem ter queda no preço em breve/Pixabay

O Estado de São Paulo será a casa do mais novo Polo Nacional de Irrigação brasileiro. O projeto fica na cidade de Avaré e promete combater a “ditadura do clima”, impactando diretamente o bolso do consumidor, acabando com a crise do clima e gerando preços de frutas, legumes e verduras mais baratas.

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A Federação da Agricultura e o Senar-SP lideram a iniciativa. A ideia é transformar a tecnologia de irrigação em uma ferramenta de segurança alimentar. Assim sendo, Em caso de sucesso, o projeto reduzirá a instabilidade climática e poderá amenizar a inflação nos mercados

O preço atual das frutas, legumes e verduras nas gôndolas depende diretamente da chuva e das condições climáticas nas regiões de plantio. Em outras palavras, a crise é gerada pela ditadura do clima.

Desse modo, por exemplo, quando ocorrem longos períodos de seca ou excesso de chuvas no interior de São Paulo, importante região agrícola do país. Nesses momentos, o preço do tomate ou de outros vegetais varia em diversas partes do Brasil.

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Futuro sem a crise do clima

Com o polo e o aporte de mais de R$ 50 milhões em linhas de crédito para sistemas de irrigação, o estado poderá produzir de forma mais constante ao longo de todo o ano. Dessa forma, a tão perigosa crise do clima pode estar com os seus dias contados.

Assim sendo, os períodos de escassez tendem a ser reduzidos e o sistema pode provocar a queda dos preços dos produtos da cesta básica, gerando frutas mais baratas.

Além da questão do preço, o sistema também preserva a qualidade dos alimentos. Outro aspecto que ele fortalece é a estabilidade da produção agrícola.

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Projeto para a queda dos preços

O Polo Nacional de Irrigação funciona como um verdadeiro ecossistema de alta tecnologia que integra o campo à inovação industrial.

Em suma, o grande pilar é o sistema de irrigação 4.0, que utiliza sensores de umidade e estações meteorológicas próprias para monitorar todo o solo em tempo real. Desse modo, o sistema só é ativado quando a planta realmente precisa de água. Além de evitar o desperdício, o produtor também pode fazer o processo pelo celular.

Para viabilizar a implementação dessas tecnologias caras, como o gotejamento subterrâneo e os pivôs centrais, o polo conta com um braço financeiro de R$ 56 milhões em linhas de crédito facilitadas.

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Exemplo da crise do clima na prática

Assim sendo, um exemplo bem prático é o desperdício durante o transporte do cinturão verde até o litoral paulista. E sim, a crise nos preços dos legumes,frutas por conta do clima é real (especialistas a chamam de ditadura do clima)

A saber, com esse novo mecanismo, o produto vai chegar fresco e com um custo operacional bem menor.

Para o morador das cidades litorâneas, o processo funciona como uma blindagem contra a inflação do prato. Como já dito, a ideia é assegurar que a comida chegue à mesa com preços mais justos e sem os sustos causados pelas mudanças no tempo