Cotidiano
Um novo estudo da renomada Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, revelou um fato que pode mudar a ciência do planeta Terra para sempre
Essa espécie atua, basicamente, como um verdadeiro zelador do mar / Reprodução
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Um novo estudo da renomada Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, revelou um fato que pode mudar a ciência do planeta Terra para sempre.
Em suma, a pesquisa aponta que os microplásticos estão funcionando como uma espécie de “vassoura”, limpando o caminho para a proliferação de algas tóxicas ao dizimar as populações de zooplâncton.
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Essa espécie atua, basicamente, como um verdadeiro zelador do mar. Aproveite e veja também: Microplásticos fogem de Santos: estudo revela que cidade exporta poluição ao mar aberto
A conclusão foi alcançada após a construção de uma rede com 30 tanques experimentais ao ar livre. O espaço funcionou como um mini ecossistema real, totalmente monitorado, capaz de simular condições do mundo real.
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O resultado serviu como um grande alerta para a saúde ambiental: onde há microplásticos, as algas tomam conta do ambiente e passam a matar os seres vivos presentes.
O perigo não se limita ao mundo animal. Estudos já comprovaram a presença desses materiais nos pulmões e no sangue humano. Ao modificar a cadeia alimentar, o nosso próprio corpo também sofre os danos.
No caso brasileiro, mesmo com o estudo tendo sido realizado apenas nos Estados Unidos, a preocupação é real. Quando as espécies de zooplâncton deixam de existir, a chamada maré vermelha passa a dominar os oceanos e pode afetar diretamente o litoral brasileiro.
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