Descaso com imóvel cedido à Marinha gera reclamações

Localizado entre as Avenidas Afonso Pena e Mário Covas, em Santos, a casa, que em área total ocupa quase todo o quarteirão, parece estar abandonada e necessita de muitos reparos

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03 SET 2018Por Vanessa Pimentel10h15
O imóvel de propriedade da União e cedido para a Marinha do Brasil tem sido alvo de reclamações por parte de munícipesO imóvel de propriedade da União e cedido para a Marinha do Brasil tem sido alvo de reclamações por parte de munícipesFoto: Ademir Mattos/Reprodução

Um imóvel de propriedade da União e cedido para a Marinha do Brasil tem sido alvo de reclamações por parte de munícipes. Localizado entre as Avenidas Afonso Pena e Mário Covas, em Santos, a casa, que em área total ocupa quase todo o quarteirão, parece estar abandonada e necessita de muitos reparos. 

O extenso muro que circunda o terreno possui grandes rachaduras e uma parte dele já foi ao chão. O entulho continua lá e apenas uma rede de isolamento foi colocada. Um dos entrevistados disse que o muro caiu este ano, mas não soube precisar a data.

Do outro lado, a guarita e o muro que a segura também estão rachados e parecem oferecer riscos para quem passa na calçada. 

Os passeios estão quase intransitáveis, seja por buracos, seja pelo mato alto e tampas de bueiros abertas. Também foi possível notar a necessidade do serviço de poda de árvores e de limpeza, já que há limo e raízes de árvores tomando conta de quase toda a parte externa. As janelas e os vidros estão quebrados, o que ressalta a impressão de abandono. 

 

Porém, segundo a assessoria de imprensa da Marinha, o imóvel é usado como acomodação de militares em trânsito da Capitania. A outra parte do terreno quem usa é o 55º Grupo de Escoteiros Morvan Dias Figueiredo. “Eles se reúnem periodicamente em atividades educativas, além da manutenção e limpeza do local,  inclusive promovendo restauração da área”, explicou em nota. 

Em relação ao tempo que o imóvel está sem receber manutenção, disse que ela é feita de forma periódica.

Quanto ao conserto do muro, afirmou que o problema foi assinalado em inspeção feita por militares e encaminhado para o setor de obras do órgão.

Quanto aos serviços que são de responsabilidade da prefeitura, declarou que o contato já foi providenciado.