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Cotidiano

As 20 cidades brasileiras que mais geraram empregos em 2022

Números do Novo Caged divulgados nesta terça revelaram os municípios que mais contrataram no País

Pessoas procuram emprego em mural de vagas em São Paulo / THIAGO NEME/GAZETA DE S.PAULO

O Brasil gerou mais de um milhão de empregos formais de janeiro a maio deste ano, de acordo com dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência nesta terça-feira (28).

"Mesmo com as crises econômicas estamos atingindo um dos maiores patamares dos últimos 10 anos. Com esse resultado, alcançamos 41.729.858 postos de trabalho - maior número de empregos formais, um recorde na história do Caged", afirmou o ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira.

Gazeta elaborou um ranking das 20 cidades brasileiras que mais tiveram contratações neste ano. Entre as 10 primeiras da lista, apenas uma cidade não é capital. A cidade de Campinas, no interior paulista, criou mais de 93 mil vagas formais.

Ainda entre as não-capitais, e fora do eixo Rio-São Paulo (os dois estados com mais geração de postos de trabalho) aparece Joinville. A cidade catarinense gerou 60,8 mil vagas de emprego em 2022.

Confira abaixo o ranking das 20 cidades que mais contrataram neste ano:

As cidades brasileiras que mais geraram empregos em 2022. - Arte: Gazeta de S. Paulo com dados do Novo Caged de maio

 

Na ponta da lista aparece a cidade de São Paulo com 1,1 milhão de oportunidades de emprego criadas. A exemplo da Capital, outras cinco cidades paulistas ocupam a lista das vinte que mais empregam no Brasil. O estado é responsável por um terço dos empregos gerados no País.

O ranking mostra que a maioria das novas oportunidades de trabalho foi criada nos estados do Sudeste e Sul. Porém, algumas cidades fora desta região também se posicionam entre as 10 melhor colocadas, como Brasília, Goiânia e Fortaleza.

 

Saldo do mês de maio

O setor de Serviços foi o grande destaque do mês, com a geração de 120.294 novos postos de trabalho formais, distribuídos principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (49.373). Destaque também para administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (24.785). Também para alojamento e alimentação (21.326).

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