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Volume de transações com cartões cresce 6,3% em 2016 para R$ 1,14 tri, diz Abecs

O total de transações realizadas com cartões de crédito subiram 4% e com os cartões de débito, o aumento foi de 10,2% no ano passado em relação ao anterior

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14 MAR 2017Por Estadão Conteúdo17h00
Volume de transações com cartões cresce 6,3% em 2016 para R$ 1,14 triFoto: Divulgação

O volume de transações com cartões de crédito e débito cresceu 6,3% em 2016 na comparação com o ano anterior, para R$ 1,14 trilhão, segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). O total de transações realizadas com cartões de crédito subiram 4% para R$ 703 bilhões no mesmo intervalo, enquanto as transações com os cartões de débito alcançaram R$ 441 bilhões, aumento de 10,2% no ano passado em relação ao anterior.

Fernando Chacon, presidente da Abecs e diretor do Itaú Unibanco, informou durante apresentação no Congresso de Meios de Pagamento (CMEP), que acontece em São Paulo, que a estimativa é que em 2017 o total de transações chegue em R$ 1,22 trilhão. O volume de transações com cartões de crédito deverão aumentar para R$ 740 bilhões este ano, enquanto que de cartões de débito avançar para R$ 480 bilhões, de acordo com Chacon.

Os dados da Abecs de 2016 mostram ainda que na modalidade de parcelamento sem juros, os emissores de cartões de crédito concederam R$ 353,1 bilhões em 2016, equivalente a 54,4% do volume de crédito concedido à pessoa física (recursos livres) para financiar o consumo de bens e serviços no Brasil.

Os gastos com cartões representaram 30% do consumo das famílias em 2016, fazendo com que a participação dos cartões no faturamento da indústria apresentasse aumento para 19,6% se comparado a 2012, quando representavam 14,6%.

A Abecs informou também que a partir deste mês passa a divulgar sistematicamente as taxas de juros praticadas pelo setor de cartões. Na penúltima semana de fevereiro, a taxa média de juros do rotativo ficou em 406,6% ao ano (14,5% ao mês). A taxa média praticada no parcelamento da fatura ficou em 181,3% ao ano (9% ao mês) no mesmo período.

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