Antes de ser um ator indicado ao Oscar, Wagner Moura chegou a vivenciar diversas experiências curiosas / Rede Globo/Reprodução
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Wagner Moura fez história ao se tornar um dos atores brasileiros mais respeitados no exterior, ganhando destaque por seu trabalho em produções como O Agente Secreto. Ele é o responsável por dar vida a personagens icônicos, como Pablo Escobar em Narcos e o Capitão Nascimento em Tropa de Elite.
O que muitas pessoas não sabem é que o ator também é um torcedor fanático do Vitória e deu o primeiro beijo em sua esposa durante o Carnaval de Salvador. Como a internet não fala em outra coisa a não ser na presença do brasileiro no cenário principal do cinema mundial, separamos algumas curiosidades sobre ele:
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Mesmo que pareça bastante descontraÃdo durante as entrevistas, em sua juventude, seu apelido era "óvni", por estar sempre isolado e vestindo roupas pretas. Com o ingresso no teatro, Moura passou a se soltar mais e perdeu a timidez com o passar dos anos.
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Embora trabalhe há décadas como ator, Moura formou-se em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação (Facom), da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 1999.
Durante um perÃodo, ele chegou a atuar como repórter de entretenimento na TV Bahia, no programa de Michele Marie. Curiosamente, em Guerra Civil, um de seus papéis mais recentes, ele voltou à s origens ao interpretar um jornalista.
Em entrevista à atriz Drew Barrymore, Moura relembrou que conheceu sua esposa, Sandra, durante a faculdade, já que ambos cursaram a mesma graduação na Bahia. Entretanto, o primeiro beijo só aconteceu durante o Carnaval de Salvador. Logo depois, ela se mudou para o Rio de Janeiro, onde vivem juntos há 25 anos e criaram seus três filhos.
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Mesmo que existam diversas páginas de fãs, o ator não possui perfis oficiais em redes sociais. Em entrevista ao Roda Viva, ele afirmou não ter interesse ou "vocação" para o ambiente digital: "Teve uma época em que senti falta de uma plataforma para dizer o que eu queria, mas não tenho vocação nenhuma para isso. Tenho preguiça, acho chato", argumentou.
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Ainda na infância, aos 7 anos, Moura deu uma entrevista sobre o lugar onde vivia, em Rodelas (BA), que havia sido inundado por conta da construção de uma barragem.
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O momento seria apenas uma lembrança comum, se não fosse pelo desabafo sincero do pequeno Wagner, que lamentava a mudança recente e a saudade de brincar em sua antiga casa.