A Nobreza do Amor estreia em março unindo o reino de Batanga ao interior do Rio Grande do Norte / Divulgação/Globo
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A novela “A Nobreza do Amor”, próxima atração do horário das seis da TV Globo, estreia em março e promete renovar o gênero com uma trama de tom épico e romântico ambientada entre o Nordeste do Brasil e o continente africano.
Criada por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., a produção aposta em uma narrativa marcada por amor, luta, tradição e disputas de poder, com forte carga simbólica e cultural.
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Ambientada principalmente na década de 1920, a história tem início no fictício reino africano de Batanga. A jovem princesa Alika (Duda Santos) vê sua vida mudar radicalmente após um golpe de Estado que derruba seu pai, o rei Cayman II (Welket Bungué). Obrigada a deixar o país, ela parte para o exílio ao lado da mãe, a rainha Niara (Erika Januza), cruzando o Atlântico em busca de proteção.
O destino das duas é Barro Preto, pequena cidade do interior do Rio Grande do Norte. É ali que Alika conhece Tonho(Ronald Sotto), um trabalhador de engenho que sonha com justiça social e com a chance de conquistar um pedaço de terra.
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O encontro entre a princesa exilada e o jovem nordestino dá origem a um romance improvável, marcado pelo choque entre culturas, realidades e sonhos distintos.
O relacionamento do casal enfrenta novos obstáculos com a chegada de Mirinho (Nicolas Prattes), filho de um poderoso fazendeiro local, disposto a conquistar Alika e a enfrentar Tonho, reacendendo rivalidades e disputas na região.
Já o principal antagonista da trama é Jendal, vivido por Lázaro Ramos em seu primeiro papel como vilão. O personagem é o responsável pelo golpe em Batanga e pela deposição do rei Cayman II, instaurando um regime de tirania. A figura de Jendal representa a ameaça constante aos planos de Alika de retornar à África e reconquistar seu povo.
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Além de Duda Santos, Ronald Sotto, Erika Januza, Nicolas Prattes e Lázaro Ramos, o elenco reúne nomes como Zezé Motta, Rodrigo Simas, Bukassa Kabengele e Theresa Fonseca, entre outros. A proposta é unir diferentes gerações de atores em uma história que atravessa continentes e mescla realismo histórico com elementos de fábula.
Com essa combinação, “A Nobreza do Amor” aposta em temas como identidade, resistência, pertencimento e poder, prometendo uma narrativa envolvente e emocional para o público das seis.