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'Tecnologia oculta': Teoria explica como os egípcios ergueram blocos de toneladas sem máquinas

Pesquisadores propõem sistema inovador de contrapesos que explica como blocos de toneladas foram movidos com precisão cirúrgica

Nathalia Alves

Publicado em 15/04/2026 às 17:22

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Análise da arquitetura interna sugere que o segredo da construção estava em um mecanismo de elevadores e polias dentro dos monumentos. / Reprodução/Wkimedia Communs

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O mistério da construção das Grandes Pirâmides de Gizé é um dos temas mais debatidos da arqueologia. Até hoje, milhares de estudos buscam propor as hipóteses mais aceitáveis sobre sua origem.

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Contudo, um novo estudo vem repercutindo com uma proposta que foge das alternativas tradicionais.

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Segundo os autores, os egípcios utilizaram um sistema interno de polias e contrapesos para erguer a estrutura. A ideia explicaria como blocos de até dezenas de toneladas foram posicionados com precisão.

A hipótese parte da análise da arquitetura interna das pirâmides. De acordo com os pesquisadores, determinados espaços poderiam ter funcionado como rampas inclinadas internas, por onde deslizariam mecanismos de elevação baseados em contrapesos.

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Isso permitiria levantar pedras pesadas com maior eficiência do que os modelos clássicos, baseados apenas em rampas externas.

Novas evidências indicam que as Grandes Pirâmides não foram erguidas apenas com força bruta, mas com um sofisticado sistema de elevadores internos e contrapesos. Deslize para entender como essa tecnologia funcionava na prática. /Wikimedia Commons
Novas evidências indicam que as Grandes Pirâmides não foram erguidas apenas com força bruta, mas com um sofisticado sistema de elevadores internos e contrapesos. Deslize para entender como essa tecnologia funcionava na prática. /Wikimedia Commons
Cada pedra da Grande Pirâmide pesa toneladas. Agora, a ciência parece ter encontrado a resposta para como elas foram empilhadas com perfeição: um mecanismo de polias oculto dentro das próprias estruturas. /Wikimedia Commons
Cada pedra da Grande Pirâmide pesa toneladas. Agora, a ciência parece ter encontrado a resposta para como elas foram empilhadas com perfeição: um mecanismo de polias oculto dentro das próprias estruturas. /Wikimedia Commons
Um novo estudo aponta que o segredo estava na arquitetura interna dos monumentos. Acompanhe nesta galeria os detalhes da técnica que permitiu ao Egito construir a maior estrutura do mundo antigo sem máquinas modernas. /Wikimedia Commons
Um novo estudo aponta que o segredo estava na arquitetura interna dos monumentos. Acompanhe nesta galeria os detalhes da técnica que permitiu ao Egito construir a maior estrutura do mundo antigo sem máquinas modernas. /Wikimedia Commons
Como o Egito Antigo antecipou conceitos modernos de física e mecânica para erguer as Pirâmides de Gizé? Confira as projeções e teorias que estão transformando o que sabemos sobre o reinado de Quéops. /Wikimedia Commons
Como o Egito Antigo antecipou conceitos modernos de física e mecânica para erguer as Pirâmides de Gizé? Confira as projeções e teorias que estão transformando o que sabemos sobre o reinado de Quéops. /Wikimedia Commons

Construção das pirâmides

A nova teoria se junta a outras milhares que tentam explicar a construção de cada monumento, o maior deles contém cerca de 2,3 milhões de blocos de pedra.

Ao longo das décadas, arqueólogos e engenheiros já sugeriram desde rampas externas gigantes até sistemas helicoidais internos e combinações entre diferentes técnicas.

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A nova teoria não altera pontos considerados bem estabelecidos pela egiptologia. O consenso científico continua apontando que as pirâmides foram construídas por volta de 2.560 a.C., durante o reinado do faraó Quéops, com base em evidências como inscrições, registros de trabalhadores e datações de materiais orgânicos encontrados na estrutura.

Confira um vídeo com vista aérea das pirâmides

Paralelamente, teorias mais especulativas, como a ideia de que as pirâmides seriam muito mais antigas ou construídas por civilizações desconhecidas, voltam a circular com frequência, especialmente fora do meio acadêmico.

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Algumas dessas hipóteses se baseiam em modelos geológicos controversos ou interpretações não verificadas e são vistas com cautela por especialistas.
 

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