Os familiares de Pedro dizem que ele poderá ser internado em hospital psiquiátrico / Reprodução/Globo
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A saída de Pedro Henrique Espíndola do BBB 26 ganhou contornos dramáticos nesta segunda-feira (19). Após desistir do reality em meio a uma acusação de importunação sexual contra a participante Jordana, o vendedor ambulante teria retornado a Curitiba em confusão mental.
Em entrevista ao portal Leo Dias, os familiares relataram que o ex-brother apresenta sinais de “profunda desorientação” e delírios constantes desde que deixou o confinamento da TV Globo. Um parente, que preferiu manter o anonimato, descreveu que a situação é crítica e Pedro não consegue distinguir a realidade.
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“Pegamos ele no aeroporto pela manhã, mas mentalmente ele não reconheceu nem o pai e irmão. Acha que está na França, que a filha já nasceu, enfim, difícil falar. É triste a situação, sabemos que ele sempre foi agitado, mas não delirando”, detalhou o familiar.
Diante do quadro, a decisão da família é buscar ajuda profissional imediata: “Iremos interná-lo para sua recuperação, ainda procurando local certo e seguro”.
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O episódio que culminou na saída de Pedro ocorreu horas antes da formação do primeiro paredão, quando ele encurralou Jordana na despensa e tentou beijá-la à força. O caso já está sob investigação da Polícia do Rio de Janeiro por importunação sexual.
Paralelamente, a TV Globo oficializou a rescisão do contrato do ex-participante. Segundo informações da coluna Outro Canal, do F5, a emissora decidiu tratar a saída como expulsão devido à gravidade do ato, o que impacta diretamente o pagamento de cachês e prêmios.
Abalada, a família reforça que Pedro “está sem condições de qualquer coisa” e que o foco total agora é o tratamento médico. Enquanto isso, nas redes sociais, o público repercute o contraste entre o comportamento polêmico do brother na primeira semana e o estado de vulnerabilidade relatado após o programa.
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O caso levanta discussões sobre os limites psicológicos do confinamento e a responsabilidade das emissoras no suporte pós-reality em situações de crise extrema.