Um ano após ter lançado o polêmico teaser trailer, “Shrek 5” teve uma nova prévia divulgada pela Universal Pictures no começo da tarde desta terça-feira (16). Na prévia anterior, muitos fãs reclamaram na internet sobre o visual dos personagens e parece que a própria Dreamworks, vai mantê-lo.
A produção não teve seus detalhes do enredo revelados, mas a equipe de dubladores originais terá o retorno de Mike Myers, Cameron Diaz e Eddie Murphy. Entre os novos nomes na dublagem, como os filhos de Shrek e Fiona, Zendaya (“Duna”), Marcello Hernandez (“Um Maluco no Golfe 2”) e Skyler Gisondo (“Superman”).
Veja a prévia abaixo:
Sobre a franquia Shrek
Lançado em 2001, “Shrek” mostrava a história de um ogro que vivia sozinho em um pantano e em plena tranquilidade. Só que quando ele passa a ter sua privacidade perturbada, ele vai reclamar diretamente com o Lord Farquaad. Nisso, ele lhe propõe resgatar a princesa Fiona em troca de sua paz.
Entretanto, ele não imaginava que ambos iriam se apaixonar e ela acabaria se transformando em uma ogra. O filme foi um tremendo sucesso e conseguiu ser a primeira animação na história a vencer o Oscar na categoria em 2002.
Ao todo, os quatro filmes de “Shrek” arrecadaram US$ 2,9 bilhões mundialmente. Com o sucesso, a franquia expandiu seu leque para spin-offs com o personagem “Gato de Botas” e curtas de animação.
Além disso, “Shrek” teve um premiado musical na Broadway, que recebeu oito indicações ao Tony Awards e 12 ao Drama Desk Awards.
Quando será lançado ‘Shrek 5’?
“Shrek 5” chegará aos cinemas mundiais em junho de 2027.
Shreking
Um novo termo tem dominado conversas na internet e despertado a atenção de especialistas em comportamento: o “shreking”. Inspirada no famoso ogro da animação Shrek (2001), a expressão descreve a decisão de se relacionar com alguém considerado “menos atraente”, partindo da expectativa de receber mais carinho, fidelidade ou reduzir riscos de traição e términos inesperados.
A tendência, popular sobretudo entre jovens da geração Z, ganhou força nas redes sociais como uma suposta estratégia de segurança afetiva, mas levanta questionamentos sobre os rumos das relações contemporâneas.
