Sindicato de hospitais privados diz que 80% dos leitos reservados à Covid-19 estão vazios em SP

Pesquisa do Sindicado dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo que acompanha as instituições privadas mostra que, em outubro, 80% dos leitos destinados à doença em UTIs estão vazios, e 20% abrigam doentes em tratamento

A pesquisa do Sindicado dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo que acompanha a internação de pacientes com Covid-19 nas instituições privadas mostra que, em outubro, 80% dos leitos destinados à doença em UTIs estão vazios, e 20% abrigam doentes em tratamento.

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No mês passado, a ocupação era maior: 28%. A situação nos leitos clínicos de Covid-19 é parecida: apenas 14,7% deles estão ocupados, contra 25,75% da pesquisa anterior.

A evolução positiva dos números a cada pesquisa levou a entidade a decidir suspender os levantamentos. Os números dos hospitais privados coincidem com os da rede pública. Na sexta (15), a coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, revelou que as internações de pacientes por Covid-19 em hospitais municipais da capital paulista caíram 90%.

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“A diminuição na ocupação dos leitos deve-se ao avanço do processo de vacinação especialmente na faixa etária dos idosos”, diz o presidente do SindHosp, Francisco Balestrin. “Hoje as internações caíram nas faixas etárias entre 51 e 60 anos e acima de 70 anos, sendo que até poucos meses as internações de idosos eram a maioria”, segue ele.

Com 82,5% da população do estado de São Paulo vacinada, as internações despencaram no estado. Com isso, os vacinados acabam predominando entre os que acabam precisando de hospital.

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Assim como na rede pública, nos hospitais privados os imunizados são hoje a maioria: 72,7% dos internados em UTIs já receberam a segunda dose, ou a dose única, da vacina. E 21,2% já tomaram a primeira dose.