Pesquisadores afirmam que eventos nesse nível podem afetar redes elétricas e satélites / NASA/Wikimedia Commons
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Em fevereiro de 2026, o aplicativo MeteoAgent registrou quatro picos da ressonância Schumann acima do normal, conforme informações citadas pelo New York Post.
O fenômeno ocorre naturalmente entre a superfície da Terra e a ionosfera (camada externa da atmosfera) e chamou atenção de cientistas e especialistas em tecnologia. As elevações levantaram preocupação sobre impactos na saúde cerebral e na estabilidade de redes elétricas e satélites.
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A ressonância Schumann é um pulso eletromagnético de 7,83 Hertz, produzido por descargas elétricas na atmosfera. É invisível, mas fundamental para o equilíbrio eletromagnético do planeta.
Segundo a NASA, a frequência pode variar durante períodos de intensa atividade solar ou tempestades geomagnéticas, como a erupção moderada registrada neste mês.
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Especialistas ouvidos pelo New York Post afirmam que mudanças bruscas podem coincidir com alterações nos ritmos biológicos, principalmente no sono.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley analisaram a influência das frequências ambientais na arquitetura do sono e classificaram os resultados como preliminares.
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O MeteoAgent registrou aumento nos pulsos eletromagnéticos, com a escala de perturbação geomagnética atingindo nível cinco em quatro dias. Pesquisadores afirmam que eventos nesse nível podem afetar redes elétricas e satélites.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA alertou que distúrbios geomagnéticos podem causar falhas em telecomunicações e danificar transformadores.
Usuários relataram tontura, dores de cabeça, zumbido nos ouvidos e dificuldade para dormir. Especialistas destacam que não há evidência de relação direta de causa e efeito.
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Veja também: A morte lenta da Lua é um fenômeno irreversível que empurra nosso satélite para o abismo.
Pesquisadores da Universidade de Tóquio investigaram a relação entre variações de baixa frequência e pressão arterial. Foi observada correlação, mas sem comprovação de causalidade direta.
A Organização Mundial da Saúde afirma que a exposição a campos eletromagnéticos de baixa frequência permanece abaixo dos limites de risco, mas aponta lacunas em relação a populações vulneráveis e pessoas com condições médicas preexistentes.
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Estudos do Instituto Max Planck indicam que algumas pessoas podem ser mais sensíveis às flutuações, embora muitos sintomas relatados possam ter explicações psicológicas ou ambientais.
Neurocientistas da Universidade Stanford recomendam cautela e afirmam que ainda é necessário confirmar os efeitos do fenômeno nos ritmos biológicos.