Anvisa deu liberação para o início dos testes clínicos com a polilaminina / Gemini AI
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A ciência brasileira deu um passo histórico nesta segunda-feira (5) com a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o início dos testes clínicos com a polilaminina. Estudada há mais de 20 anos pela UFRJ, a substância promete revolucionar o tratamento de lesões na medula espinhal.
O medicamento, extraído da placenta humana, mostrou resultados surpreendentes em laboratório, permitindo que pacientes com perda total de movimentos recuperassem parte ou a totalidade da mobilidade, dependendo do caso.
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Nesta primeira fase da pesquisa clínica, patrocinada pelo laboratório Cristália, cinco pacientes entre 18 e 72 anos participarão dos testes. O foco inicial é garantir a segurança da aplicação em pessoas com lesões agudas completas, ocorridas há menos de 72 horas.
A polilaminina atua de forma inovadora ao estimular a regeneração nervosa, algo que até pouco tempo era considerado impossível pela medicina tradicional em casos de paralisia severa.
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A expectativa da comunidade científica é alta, já que os estudos preliminares indicam um potencial sem precedentes para devolver a autonomia a quem sofreu acidentes graves. Se a segurança for comprovada nesta etapa, a pesquisa avançará para testar a eficácia em larga escala.
O projeto reforça o protagonismo do Brasil na biotecnologia mundial e acende uma luz de esperança para milhares de pessoas que convivem com a paraplegia e a tetraplegia.