O Instituto Nacional de Meteorologia fornece sempre os dados mais precisos e cruciais sobre o comportamento da nossa abóbada celeste. O nosso satélite manterá a sua fina e bela faixa de luz até o fim do dia 14 de junho. Exatamente às 23h56, a Lua Nova entrará triunfante no palco celeste.
Esse majestoso evento espacial decreta o sumiço temporário do satélite visualizado da Terra, garantindo noites de escuridão total.
Posteriormente a esse marco zero do calendário, a Lua Crescente começará a reaparecer rasgando os céus da tarde no dia 21 de junho, pontualmente às dezoito horas e cinquenta e cinco minutos.
O ápice do espetáculo brilhante atingirá a sua força magnética máxima apenas com o surgimento glorioso e imperdível da Lua Cheia, agendada pelos especialistas para o dia 29 de junho no meio da noite.
A geometria espacial
Essas incríveis e bastante familiares mudanças visuais que presenciamos desde a infância existem devido a fatores geométricos e luminosos belíssimos do nosso sistema.
A enorme esfera lunar carece de luz própria incandescente em toda a sua poeirenta crosta rochosa, operando puramente como uma placa de reflexão gigantesca vagando no vácuo infinito e gelado do espaço.
A luminosidade intensa irradiada de forma constante pelo distante Sol atinge em cheio a superfície do satélite, enquanto o nosso ponto de vista fixo aqui no terreno capta apenas a exata fatia que foi atingida pela luz em diferentes e calculadas posições espaciais ao longo das semanas.
Essas incríveis e familiares mudanças visuais que presenciamos existem devido a fatores geométricos e luminosos belíssimos. A esfera lunar carece de luz própria incandescente em toda a sua poeirenta crosta rochosa.
Ela opera puramente como uma placa de reflexão gigantesca vagando no vácuo infinito. A luminosidade intensa irradiada pelo distante Sol atinge a superfície do satélite.
O ciclo eterno de luz e sombras no fascinante relógio cósmico
O nosso ponto de vista fixo terreno capta a fatia atingida em diferentes posições espaciais.
A Lua Nova oculta o astro completamente porque a sua porção banhada de sol está voltada de costas para nós.
A Lua Crescente arranca as sombras laterais de forma subtil, anunciando alegremente o reaparecimento noturno.
A Lua Cheia coroa o ciclo de expansão luminosa, assumindo a forma de um espelho perfeito diante da claridade do nosso sol.
Por fim, a Lua Minguante apaga lentamente esse brilho, ditando silêncio e preparando a humanidade para repetir sabiamente o relógio cósmico desde o seu princípio biológico.






