Qual a fase da Lua hoje? Entenda o céu e a passagem do calendário de junho

O movimento astronômico limpa as energias estagnadas para inaugurar a escuridão fértil da Lua Nova

Lua nova

O único momento em que o astro fica totalmente invisível do nosso ponto de vista terrestre é durante a Lua Nova / Pexels/Erike Fusiki

O Instituto Nacional de Meteorologia fornece sempre os dados mais precisos e cruciais sobre o comportamento da nossa abóbada celeste. O nosso satélite manterá a sua fina e bela faixa de luz até o fim do dia 14 de junho. Exatamente às 23h56, a Lua Nova entrará triunfante no palco celeste.

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Esse majestoso evento espacial decreta o sumiço temporário do satélite visualizado da Terra, garantindo noites de escuridão total. 

Posteriormente a esse marco zero do calendário, a Lua Crescente começará a reaparecer rasgando os céus da tarde no dia 21 de junho, pontualmente às dezoito horas e cinquenta e cinco minutos. 

O ápice do espetáculo brilhante atingirá a sua força magnética máxima apenas com o surgimento glorioso e imperdível da Lua Cheia, agendada pelos especialistas para o dia 29 de junho no meio da noite.

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A geometria espacial

Essas incríveis e bastante familiares mudanças visuais que presenciamos desde a infância existem devido a fatores geométricos e luminosos belíssimos do nosso sistema. 

A enorme esfera lunar carece de luz própria incandescente em toda a sua poeirenta crosta rochosa, operando puramente como uma placa de reflexão gigantesca vagando no vácuo infinito e gelado do espaço. 

A luminosidade intensa irradiada de forma constante pelo distante Sol atinge em cheio a superfície do satélite, enquanto o nosso ponto de vista fixo aqui no terreno capta apenas a exata fatia que foi atingida pela luz em diferentes e calculadas posições espaciais ao longo das semanas.

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Essas incríveis e familiares mudanças visuais que presenciamos existem devido a fatores geométricos e luminosos belíssimos. A esfera lunar carece de luz própria incandescente em toda a sua poeirenta crosta rochosa. 

Ela opera puramente como uma placa de reflexão gigantesca vagando no vácuo infinito. A luminosidade intensa irradiada pelo distante Sol atinge a superfície do satélite. 

O ciclo eterno de luz e sombras no fascinante relógio cósmico

O nosso ponto de vista fixo terreno capta a fatia atingida em diferentes posições espaciais.

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A Lua Nova oculta o astro completamente porque a sua porção banhada de sol está voltada de costas para nós.

A Lua Crescente arranca as sombras laterais de forma subtil, anunciando alegremente o reaparecimento noturno.

A Lua Cheia coroa o ciclo de expansão luminosa, assumindo a forma de um espelho perfeito diante da claridade do nosso sol.

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Por fim, a Lua Minguante apaga lentamente esse brilho, ditando silêncio e preparando a humanidade para repetir sabiamente o relógio cósmico desde o seu princípio biológico.