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Por que o regime de bens virou um dos maiores entraves no divórcio de Gracyanne Barbosa e Belo

A advogada Mayara Barbieri analisa os impactos jurídicos e patrimoniais das separações sem acordo

Luna Almeida

Publicado em 08/02/2026 às 04:22

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Gracyanne afirmou que a comunhão de bens se transformou no principal obstáculo jurídico do processo de divórcio / Divulgação

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As recentes declarações de Gracyanne Barbosa sobre o fim do casamento com o cantor Belo reacenderam um debate recorrente — e muitas vezes negligenciado — no Direito de Família: a escolha do regime de bens no momento do casamento.

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Em entrevista ao jornalista Leo Dias, Gracyanne afirmou que a comunhão de bens se transformou no principal obstáculo jurídico do processo de divórcio, classificando a decisão como um erro cometido no passado. 

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O relato chamou atenção para uma realidade vivida por muitos casais, que só compreendem as implicações dessa escolha quando a relação chega ao fim.

De acordo com a advogada Mayara Barbieri, regimes como a comunhão parcial ou universal de bens podem gerar conflitos patrimoniais complexos quando não há alinhamento prévio sobre patrimônio, rendimentos e investimentos construídos ao longo da relação. 

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“O regime de bens define como todo o patrimônio será partilhado em caso de divórcio. Quando essa decisão não é feita de forma consciente, o processo tende a se tornar mais longo, desgastante e, muitas vezes, litigioso”, explica.

Segundo a especialista, o problema não está necessariamente no regime da comunhão, mas na ausência de orientação jurídica antes da formalização do casamento. 

“Muitos casais acabam adotando o regime padrão sem compreender seus efeitos práticos. Em uniões duradouras ou com crescimento patrimonial significativo, isso pode resultar em disputas intensas no momento da separação”, destaca.

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O caso de Gracyanne Barbosa e Belo, acompanhado de perto pelo público, ilustra a importância do planejamento jurídico não apenas antes, mas também durante o casamento. 

“A escolha do regime de bens não é um detalhe burocrático. Trata-se de uma decisão estratégica, que impacta diretamente a vida financeira e emocional das partes no futuro”, conclui Mayara Barbieri.

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