As atrações gravitacionais entre a Terra, o majestoso Sol e a Lua causam o movimento dinâmico das marés. O céu passou a exibir a grande Lua Cheia a partir das 05h46 do último domingo (31).
Essa lunação brilhante e rara recebe também o nome popular de Lua Azul. A transição altera significativamente as correntes da nossa região litorânea. Confira algumas curiosidades sobre a Lua Cheia:
O retorno das marés grandes
Além de influenciar o corpo feminino, o posicionamento exato desses corpos celestes determina os níveis de água nos canais oceânicos.
Por isso, explicamos as alterações marítimas na Baixada Santista e apontamos as táticas ideais para garantir o sucesso na pesca local. O mar requer respeito triplicado e um planejamento estratégico eficiente.
A Lua Cheia eleva a força exercida sobre o grande oceano. Consequentemente, todo o litoral brasileiro vivencia o fenômeno das marés vivas. Na Baixada Santista, esse alinhamento causa variações gigantescas nos canais de Santos e nas baías de São Vicente.
A maré baixa recua bastante e expõe longas faixas de areia. Em contrapartida, a maré alta avança com muita velocidade e intensidade.
Esse aumento drástico de volume eleva o risco diário de ressacas surpresas e correntes de retorno fortes. Os banhistas precisam manter uma distância segura dos costões rochosos durante os picos de preamar.
Por outro lado, o cenário traz excelentes oportunidades financeiras para quem joga a linha na água. A luminosidade intensa da fase acelera o metabolismo de várias espécies de peixes.
Eles sentem mais apetite e sobem frequentemente para a superfície. A claridade noturna funciona como um aliado formidável, permitindo a caça e a alimentação ativa dos animais.
Dessa forma, os pescadores obtêm ótimos resultados nos rios da região. Contudo, a pesca em mar aberto pode apresentar condições neutras de captura, dependendo das variações térmicas locais. Os especialistas recomendam pescarias noturnas com o uso de iscas de superfície.











