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Ímã de geladeira gasta energia? Descubra de uma vez por todas se essa afirmação é mito

Especialistas alertam para cuidados práticos que preservam a vida útil e a estética do aparelho

Luna Almeida

Publicado em 13/04/2026 às 20:15

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Um dos mitos mais difundidos nas redes sociais é que os ímãs aumentariam o consumo de energia / Unsplash/squared_one1

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Presentes em quase todas as cozinhas brasileiras, os ímãs de geladeira são as lembranças favoritas de viagens, fotos de família ou suportes para listas de compras. Embora pareçam inofensivos e façam parte da personalidade do lar, circulam na internet informações que levantam dúvidas sobre os custos ocultos desses pequenos enfeites. 

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Apesar de não serem uma ameaça grave, especialistas alertam para cuidados práticos que preservam a vida útil e a estética do aparelho.

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Um dos mitos mais difundidos nas redes sociais é que os ímãs aumentariam o consumo de energia. A teoria sugere que o campo magnético forçaria o motor a trabalhar mais, elevando a conta de luz. No entanto, fabricantes como Bosch e LG já desmentiram o boato publicamente. 

A explicação técnica é simples: o campo magnético desses enfeites é fraco demais para atravessar a estrutura metálica da porta e interferir nos componentes eletrônicos ou no sistema de resfriamento.

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O risco real: arranhões e danos à superfície

Em modelos modernos, com acabamento em inox ou cores brilhantes, esses danos são praticamente irreparáveis / Unsplash/Cong Wang
Em modelos modernos, com acabamento em inox ou cores brilhantes, esses danos são praticamente irreparáveis / Unsplash/Cong Wang
O verdadeiro problema dos ímãs não é invisível, mas sim físico / Unsplash/walls_io
O verdadeiro problema dos ímãs não é invisível, mas sim físico / Unsplash/walls_io
Se o objetivo é reduzir o valor da conta de luz, existem fatores muito mais determinantes do que os ímãs / Freepik/rawpixel.com
Se o objetivo é reduzir o valor da conta de luz, existem fatores muito mais determinantes do que os ímãs / Freepik/rawpixel.com
Especialistas alertam para cuidados práticos que preservam a vida útil e a estética do aparelho / Unsplash/squared_one1
Especialistas alertam para cuidados práticos que preservam a vida útil e a estética do aparelho / Unsplash/squared_one1
Unsplash/squared_one1
Unsplash/squared_one1

O verdadeiro problema dos ímãs não é invisível, mas sim físico. Com o tempo, partículas de poeira e gordura, comuns no ambiente da cozinha, ficam presas entre o ímã e a chapa da geladeira. 

Ao movimentar o enfeite sem retirá-lo totalmente, essa sujeira age como uma lixa, provocando microarranhões na pintura ou no aço inoxidável.

Muitos proprietários só percebem a extensão do dano ao remover as decorações após anos, encontrando uma rede de riscos que contrasta com o restante da superfície. Em modelos modernos, com acabamento em inox ou cores brilhantes, esses danos são praticamente irreparáveis. 

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Para evitar o problema, a recomendação é simples: limpe a parte de trás dos ímãs e a porta da geladeira periodicamente com um pano úmido e, ao mudar o enfeite de lugar, sempre o destaque da porta em vez de arrastá-lo. Porém, se a sua geladeira já está velha e deseja trocá-la, a Brastemp retira ela na sua casa e ainda dá desconto em uma nova!

Peso excessivo pode comprometer as dobradiças

Outro ponto de atenção é a sobrecarga das dobradiças. Embora algumas peças leves não causem impacto, coleções extensas com itens pesados de cerâmica ou resina podem, com o passar do tempo, desalinhar a porta. 

Uma dobradiça sobrecarregada impede o fechamento hermético, permitindo a entrada de ar quente e a saída do ar frio. 

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É nesse momento que a geladeira passa a consumir mais energia, não pelo magnetismo, mas pelo esforço mecânico para manter a temperatura interna.

Para saber se a vedação ainda está eficiente, os técnicos sugerem o "teste do papel": coloque uma folha entre a borracha e a moldura da geladeira e feche a porta. Se o papel deslizar sem resistência ao ser puxado, a vedação está comprometida. Nesse caso, o motor trabalhará mais, pesando no bolso do consumidor no final do mês.

O que realmente pesa no bolso

Se o objetivo é reduzir o valor da conta de luz, existem fatores muito mais determinantes do que os ímãs. Especialistas apontam que a eficiência energética depende de hábitos e manutenção:

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Gelo em excesso: Camadas de gelo no congelador forçam o motor a ligar com maior frequência.

Localização estratégica: Geladeiras instaladas ao lado do fogão ou expostas ao sol precisam de mais esforço para resfriar.

Limpeza do condensador: O acúmulo de poeira na grade traseira impede a dissipação do calor.

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Porta aberta por muito tempo: O hábito de observar as prateleiras sem decidir o que pegar é uma das maiores causas de desperdício de energia.

Os ímãs de geladeira não são inimigos da economia, mas exigem moderação. Mantendo a limpeza regular e evitando o excesso de peso, é possível manter as lembranças à vista sem sacrificar a estética e a funcionalidade do eletrodoméstico mais importante da cozinha.

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