Os familiares de Pedro dizem que ele poderá ser internado em hospital psiquiátrico / Reprodução/Globo
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Pedro Henrique Espíndola, ex-participante do BBB 26, foi internado na última quarta-feira (21) no Hospital San Julian, em Piraquara (PR). O hospital confirmou ao portal Leo Dias que o jovem de 22 anos deu entrada acompanhado da mãe para "estabilização do quadro e definição do programa terapêutico".
Segundo as informações, Pedro ocupa uma vaga na Unidade Bion, setor que atende diagnósticos graves como esquizofrenia e depressão severa. Em nota, a clínica reforçou seus 57 anos de história e o compromisso com a “excelência assistencial e infraestrutura adequada”.
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O ex-brother supostamente enfrenta questões relacionadas à saúde mental e realiza acompanhamento psicológico e psiquiátrico desde 2017. De acordo com seus advogados, esse histórico não foi informado durante a seletiva do reality, já que poderia comprometer sua permanência na disputa.
Em uma pesquisa breve sobre o histórico da instituição no Google, internautas sugerem que o local apresenta um cenário de negligência e precariedade. Avaliações de familiares de internos denunciam a impossibilidade de contato: "A gente liga mais de 20 vezes e ninguém atende. Total descaso feito aos familiares", relatou uma mãe em queixa recente.
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Outro familiar também reforçou a angústia da falta de notícias: "O que acontece com os vários números de telefone dessa clínica? Nunca atenderam uma ligação". Os relatos de quem já passou pelo tratamento são ainda mais contundentes e apontam violações de direitos.
Um suposto ex-paciente ainda descreveu sua experiência como traumática: "Fiquei amarrado como se fosse um animal, me doparam e me maltrataram. Tomei banhos gelados todas as quatro da manhã. Esse lugar deveria ser chamado de manicômio".
Além das denúncias de agressividade, as críticas estendem-se à alimentação fornecida pela instituição, descrita por usuários como "horrível" e com qualidade que causa "vontade de vomitar".
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Por outro lado, há relatos de familiares e outros supostos ex-pacientes que elogiam à conduta da unidade médica, especialmente, em casos direcionados ao tratamento de alcoolismo e combate ao vício de drogas.
A instituição sustenta que informações clínicas são restritas aos responsáveis legais, enquanto o ex-vendedor segue sob supervisão multidisciplinar na unidade que abriga cerca de 150 pacientes masculinos. Resta aguardar.
O espaço ficará aberto para eventuais notas de esclarecimentos.
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