É um microestado europeu com 39 mil habitantes, 75 mil empresas e criminalidade quase nula / Reprodução/Stocki
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É uma monarquia sem rei, um país europeu fora da União Europeia, um Estado sem aeroporto, exército ou corpo de bombeiros próprios. Com apenas 160 km², Liechtenstein é o sexto menor país do mundo, mas ostenta um título colossal, o de "nação mais rica do planeta em PIB per capita".
Este principado, encravado nos Alpes entre a Suíça e a Áustria, é um paradoxo vivo que mescla tradição medieval com uma potência econômica moderna de forma única.
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O país é comandado pelo príncipe Hans-Adam II e possui uma estatística que sintetiza seu modelo, ele abriga cerca de 75 mil empresas registradas para uma população de aproximadamente 39 mil habitantes.
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Ou seja, há quase duas empresas para cada morador. Esse fenômeno, aliado a um sistema financeiro e a um regime fiscal atrativos, sustenta a fortuna do microestado.
Para dimensionar sua escala, sua população é menor que a do estado menos populoso do Brasil, Roraima, que tem cerca de 650 mil pessoas.
Confira mais algumas curiosidades sobre Liechtenstein:
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Outro dado que chama a atenção é a segurança. Liechtenstein registra uma das taxas de criminalidade mais baixas do globo, beirando zero, em um ambiente onde tranquilidade e ordem são marcas registradas.
Para além dos números, o país esconde uma série de atrativos pouco explorados por turistas brasileiros. A paisagem é dominada pelos Alpes, oferecendo trilhas bem conservadas no verão e estações de ski no inverno.
Veja um pouco mais no vídeo produzido pelo canal Rafael Scapella no Youtube.
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Vilarejos pitorescos e castelos históricos, como o Castelo de Vaduz (residência da família principesca), compõem um cenário de conto de fadas.
Por não ter aeroporto, o acesso é feito a partir dos países vizinhos. O principal ponto de entrada é o aeroporto de Zurique, na Suíça, a cerca de 120 km da capital Vaduz. A partir dali, a conexão pode ser feita de trem, ônibus ou carro em pouco mais de uma hora.
A alta temporada turística se divide entre os festivais culturais do verão e a temporada de esqui no inverno, atraindo visitantes em busca de uma experiência exclusiva e de contato direto com a natureza alpina em uma das nações mais singulares e bem-sucedidas do mundo.
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