Entenda o estudo espacial que revelou as melhores plantas para purificar o ar do seu apartamento

Espécies específicas de baixa manutenção ajudam a purificar o ar, reduzem o estresse diário e melhoram significativamente a qualidade do sono em ambientes fechados

Algumas plantas eliminam poluentes perigosos e elevam os níveis de oxigênio do local / Freepik/ArthurHidden

Muitos moradores da Baixada Santista, onde a quantidade de apartamentos é cada vez maior, buscam alternativas naturais para trazer mais vida aos espaços internos. O cultivo de vegetação em apartamentos compactos ganha enorme popularidade no cenário urbano atual.

Essa prática simples transforma a decoração dos cômodos e impacta positivamente a saúde física e mental das famílias.

Um estudo oficial da agência espacial americana atesta cientificamente que algumas espécies eliminam poluentes perigosos e elevam os níveis de oxigênio do local. 

Como resultado, esses organismos funcionam como uma verdadeira peneira natural contra a poluição comum de lugares fechados. 

Os benefícios práticos incluem a diminuição drástica do estresse, o refresco térmico da residência e noites de descanso muito mais tranquilas. Conheça algumas espécies ideias para manter em apartamento:

Benefícios reais e cuidados essenciais

Primeiramente, o investimento na jardinagem interna vai além do aspecto visual. Espécies específicas, como as margaridas e as gérberas, liberam uma alta carga de oxigênio durante a madrugada. 

Portanto, posicionar esses vasos perto da cama garante um repouso consideravelmente mais leve. Além disso, as folhagens transpiram água continuamente. Esse processo eleva a umidade do ar e ameniza os dias quentes típicos do litoral paulista. 

Os cuidados básicos de regar e mexer na terra também criam uma distração terapêutica que acalma a mente e alivia a ansiedade cotidiana.

Antes de adquirir a primeira muda, o consumidor precisa avaliar as condições do próprio imóvel. Toda planta necessita de iluminação adequada para realizar a fotossíntese diária. 

Dessa forma, locais totalmente isolados, como banheiros sem janelas, inviabilizam o cultivo. O proprietário deve analisar previamente se o ambiente recebe sol pleno, meia-sombra ou luz indireta. 

Outro fator crucial envolve o controle da ventilação. Correntes de vento intensas queimam e ressecam as extremidades das folhas mais sensíveis.

Em contrapartida, a rotina de hidratação exige muito equilíbrio e atenção. Uma regra geral e segura indica apenas uma rega por semana no inverno e duas aplicações durante os dias de verão. 

O excesso de líquido encharca e apodrece as raízes rapidamente. A adoção de vasos de cerâmica facilita a respiração das bases terrestres e evita o acúmulo de umidade. 

Por fim, a adubação periódica a cada três meses e as podas com ferramentas adequadas asseguram a longevidade verde. Famílias com crianças ou animais de estimação devem checar com cuidado a toxicidade de cada escolha botânica.

As espécies ideais para cada ambiente

Para os cômodos que recebem pouca luz, a Lança de São Jorge e a Zamioculca despontam como alternativas perfeitas de baixíssima manutenção. Ambas necessitam de pouca água e sobrevivem longe do sol direto. 

Os apaixonados por formatos exóticos podem apostar nos mini cactos e na suculenta conhecida como Rosa de Pedra.

Essas variedades resistem bem e exigem regas raras, feitas somente quando o solo estiver completamente seco. O famoso Pau d’água segue essa mesma lógica de escassez hídrica e apresenta alta tolerância aos aparelhos de ar-condicionado.

Por outro lado, quem prefere um clima tropical abundante pode investir na Palmeira-ráfis ou na Pleomele, que atende pelo popular nome de Palmeira Leque. Essas ramificações exigem boa drenagem, proximidade com as janelas e regas frequentes na semana. 

Para adicionar purificação rápida e tons vibrantes, a Jiboia cresce com agilidade nas áreas sombreadas. 

Já as Begônias e as clássicas Violetas garantem o colorido floral perfeito para mesas e bancadas curtas. Elas precisam de iluminação indireta e demandam um cuidado absoluto para que a água molhe apenas a terra, mantendo as pétalas seguras e intactas.