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A produção integrou o especial 'Mamonas Assassinas 30 anos de saudade', que relembra momentos marcantes do grupo que conquistou o Brasil em 1995
A atriz Fefe Schneider, de 23 anos, que interpretou Adriana personagem criada para representar as namoradas do vocalista Dinho Alves afirma ter presenciado episódios que considera difÃceis de explicar durante as gravações / Divulgação
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Trinta anos após a tragédia que interrompeu de forma abrupta a carreira dos Mamonas Assassinas, relatos curiosos voltaram a circular — desta vez, envolvendo os bastidores da cinebiografia lançada em 2023.
A atriz Fefe Schneider, de 23 anos, que interpretou Adriana — personagem criada para representar as namoradas do vocalista Dinho Alves — afirma ter presenciado episódios que considera difÃceis de explicar durante as gravações.
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A produção integrou o especial 'Mamonas Assassinas – 30 anos de saudade', que relembra momentos marcantes do grupo que conquistou o Brasil em 1995.
Confira também a exumação dos corpos dos Mamonas Assassinas e o desabafo emocionante da viúva do piloto
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Em entrevista, Fefe contou que alguns acontecimentos chamaram a atenção da equipe.
'Durante as gravações, a gente teve algumas coisas meio paranormais. Luz piscando em alguns momentos. Às vezes acabava a luz, porque chovia muito em Guarulhos, onde estávamos gravando, e outras coisas mais', relatou.
Segundo ela, um dos episódios mais marcantes aconteceu durante um temporal. A energia elétrica teria sido interrompida completamente no local — mas nem tudo parou.
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'Teve um dia em que houve um temporal e acabaram todas as luzes. Mesmo assim, o sistema de som continuou funcionando e uma única luz, em cima da BrasÃlia Amarela, ficou piscando. Estava tudo sem luz e só aquela piscando', afirmou.
A 'BrasÃlia Amarela' é uma referência direta a um dos maiores sucessos da banda, sÃmbolo da irreverência que marcou o grupo.
De acordo com a atriz, outros integrantes do elenco também relataram situações inusitadas durante as gravações em uma chácara.
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'Eles estavam gravando uma cena quando, do nada, um móvel cheio de pratos começou a cair, um atrás do outro, estourando no chão. E eles ficaram sem entender: ‘Por quê? Como? O que está acontecendo?'', contou.
Profissionais da equipe técnica também teriam presenciado acontecimentos estranhos. Segundo Fefe, uma figurinista afirmou ter visto uma peruca, colocada em um manequim de cabeça, 'voar' para o outro lado do ambiente enquanto ela estava de costas.
Apesar dos relatos, o clima no set nem sempre foi de tensão. Para a atriz, o histórico irreverente dos Mamonas influenciou a forma como parte do elenco encarou os episódios.
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'A gente até brincava que eram os meninos ali zoando com a gente, porque eles tinham essa fama de serem brincalhões', disse.
Ela admite que alguns profissionais ficaram assustados, mas afirma ter tentado lidar com a situação com tranquilidade.
'Eu acredito no mundo espiritual. Pensei: eles estão aqui de alguma maneira e está tudo bem. Tentei não levar para um lado de medo.'
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Os Mamonas Assassinas explodiram nacionalmente em 1995, misturando rock, humor e letras escrachadas. A trajetória meteórica terminou em 2 de março de 1996, quando um acidente aéreo matou todos os integrantes da banda, causando comoção nacional.
Nesta segunda-feira (2), completam-se 30 anos da tragédia. Entre homenagens e memórias, os relatos de bastidores adicionam um novo capÃtulo — cercado de mistério — à história de um dos grupos mais marcantes da música brasileira.