O estúdio Lionsgate revelou na quinta-feira (21) que a sequência da cinebiografia “Michael” já está com quase um terço de seu caminho andado, antes mesmo de receber o sinal verde definitivo para o início das novas filmagens.
Segundo Adam Fogelson, chefe da divisão de cinema da Lionsgate, o estúdio conseguiu aproveitar o ritmo intenso do primeiro longa para registrar muito material extra. Com isso, entre 25% e 30% do segundo filme já está gravado, utilizando cenas e sequências capturadas durante o primeiro projeto.
Essa estratégia deve trazer um alívio financeiro para os cofres do estúdio, reduzindo drasticamente os custos de produção da sequência. Mesmo assim, o executivo fez questão de acalmar os fãs e garantiu que a prioridade da equipe é entregar uma continuação à altura do Rei do Pop.
Uma viagem no tempo com linhas temporais
O andamento do novo projeto segue cercado de otimismo e as conversas entre os produtores avançam em ritmo acelerável. A novidade será a estrutura narrativa da continuação, que deve fugir do formato tradicional de uma biografia linear.
Em vez de apenas continuar a história de onde o primeiro filme parou, a sequência pretende explorar acontecimentos profundos da vida de Michael Jackson que acabaram ficando de fora ou foram pouco aprofundados na cinebiografia.
A ideia do estúdio é brincar com a linha do tempo, fazendo a história avançar e retroceder ao longo da trama para revelar segredos inéditos dos bastidores.
O fenômeno que tomou conta dos cinemas em 2026
“Michael” reconta a impressionante trajetória de Michael Jackson, partindo de sua infância como o pequeno líder do grupo Jackson 5 até a sua consagração definitiva como o artista mais influente e revolucionário da história da música pop mundial.
A produção da Lionsgate não se esquiva de mostrar a complexidade de sua vida pessoal e a busca incansável pela perfeição técnica e pelo estrelato global.
O papel principal ficou sob a responsabilidade de Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, que impressionou o público pela semelhança física e pelos movimentos idênticos aos do tio. Na fase infantil, o cantor é interpretado pelo jovem Juliano Valdi, em um elenco de peso que ainda reúne nomes indicados ao Oscar como Colman Domingo, além de Nia Long, Laura Harrier e Miles Teller.
Dados recentes do site especializado Box Office Mojo apontam que “Michael” já ultrapassou a impressionante marca de US$ 700 milhões em bilheteria mundial, algo em torno de R$ 3,5 bilhões, consolidando-se como uma das maiores estreias cinematográficas de 2026.








