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Cidadãos americanos não são aceitos nesses países; veja quais são

Países como Mali, Burkina Faso e Chade aplicam proibição de entrada em resposta a restrições impostas pelos EUA.

Nathalia Alves

Publicado em 07/01/2026 às 22:15

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Portaria da Casa Branca em dezembro desencadeou onda de respostas recíprocas no continente africano / Reprodução/Wikimedia Commons

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O aumento das restrições de viagem adotadas pelos Estados Unidos passou a gerar reações internacionais. Países da África Ocidental, como Mali e Burkina Faso, anunciaram a proibição da entrada de cidadãos norte-americanos em seus territórios, em resposta direta às medidas impostas pelo governo do presidente Donald Trump contra viajantes dessas nações.

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As decisões seguem a ampliação das restrições de viagem anunciada por Washington em meados de dezembro, quando os Estados Unidos incluíram mais de uma dúzia de países na lista de nações com entrada limitada.

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Além de Mali e Burkina Faso, cidadãos do Níger também passaram a enfrentar restrições para entrar em território norte-americano.

Em comunicado obtido pela Associated Press, o Ministério das Relações Exteriores do Mali afirmou que a medida segue o princípio da reciprocidade. “Com efeito imediato, o Governo da República do Mali aplicará aos cidadãos dos Estados Unidos as mesmas condições e exigências impostas aos cidadãos malianos”, informou a pasta.

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Posicionamento semelhante foi adotado por Burkina Faso. O ministro das Relações Exteriores do país, Karamoko Jean-Marie Traoré, assinou uma declaração oficial justificando a decisão com base nas mesmas razões apresentadas pelo governo malinês.

Além de Mali e Burkina Faso, outros países africanos também adotaram medidas semelhantes. O Níger, igualmente localizado na África Ocidental, impôs uma proibição recíproca à entrada de cidadãos dos EUA. Já o Chade, na África Central, anunciou restrições à entrada de viajantes norte-americanos.

Segundo uma proclamação da Casa Branca datada de 16 de dezembro, as restrições impostas pelos Estados Unidos a Níger, Mali e Burkina Faso entraram em vigor em 1º de janeiro.

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No caso do Chade, a proibição de viagens passou a valer em 18 de março de 2025, cerca de dois meses após a posse do presidente Donald Trump, ocorrida em 20 de janeiro de 2025.

As medidas refletem o agravamento das tensões diplomáticas e evidenciam os impactos da política migratória norte-americana nas relações internacionais, especialmente com países africanos.

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