Francesco (Raul Cortez) e Paola (Maria Fernanda Cândido) / Divulgação/Globo
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A reta final de "Terra Nostra" será marcada por uma virada decisiva na trajetória de Francesco, personagem de Raul Cortez. Após enfrentar uma grave crise financeira, o banqueiro chega perto de perder tudo, mas encontra uma saída inesperada para evitar a ruína.
Dono de uma tradicional casa bancária, Francesco vê seus negócios entrarem em colapso após a falência de fábricas ligadas ao seu grupo. A notícia se espalha rapidamente e provoca pânico entre clientes e familiares, agravando ainda mais a situação. Sem conseguir conter a crise, ele toma uma decisão drástica: demite funcionários e encerra as atividades da instituição.
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O impacto vai além do financeiro. Abalado, o personagem entra em profunda crise emocional, incapaz de enxergar alternativas imediatas. É nesse momento que o apoio de Paola, vivida por Maria Fernanda Cândido, se torna fundamental para que ele recupere o equilíbrio e volte a reagir.
A reviravolta começa a se desenhar em conversa com Marco Antônio, interpretado por Marcello Antony. Francesco passa a enxergar na produção de açúcar uma oportunidade estratégica para reconstruir sua fortuna.
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A ideia ganha força após a aproximação com os irmãos italianos Giuseppe e Nicola Puglisi Carbone, interessados em formar uma associação de pequenas refinarias no estado de São Paulo. O projeto prevê a criação de uma cooperativa para organizar o mercado, investir em tecnologia e ampliar a qualidade da produção.
Francesco (Raul Cortez), Janete (Ângela Vieira) e Marco Antonio (Marcello Antony)/ReproduçãoEmpolgado, Francesco se envolve diretamente na proposta e chega a sugerir o nome “Companhia União dos Refinadores” para a iniciativa. Para ele, o investimento representa mais do que uma alternativa financeira, é uma mudança de visão sobre o próprio mercado.
“Vivemos num país que só fala de café. Mas o café é amargo. Sem açúcar, quem vai beber?”, afirma o personagem, ao defender o potencial da nova atividade.
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A trajetória de Francesco na novela passa, assim, por um ciclo de ascensão, queda e reconstrução. Após o fechamento da casa bancária e o período de depressão, o banqueiro encontra na diversificação dos negócios uma forma de se reerguer.
Com o apoio da família e a aposta no setor açucareiro, ele consegue reorganizar suas finanças e evitar a falência definitiva, encerrando sua história longe da ruína que parecia inevitável.