Variedades

Cantor Bruno Mafra é condenado por abuso contra filhas no Pará

A decisão de 1ª instância apontou crimes ocorridos na infância, porém a defesa do artista paraense diz que vai recorrer

Giovanna Camiotto

Publicado em 27/03/2026 às 18:32

Compartilhe:

Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter Compartilhe por E-mail

Bruno Mafra, cantor da banda paraense Bruno e Trio, foi condenado por abuso sexual contra as duas filhas / Reprodução/Redes Sociais

Continua depois da publicidade

A Justiça do Pará condenou nesta sexta-feira (27) o cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, por abuso sexual contra as duas filhas. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso.

Faça parte do grupo do Diário no WhatsApp e Telegram.
Mantenha-se bem informado.

Segundo detalhes do processo, as denúncias foram registradas em meados de 2019, quando as vítimas relataram os episódios ocorridos entre 2007 e 2011, em Belém, período em que tinham menos de 14 anos. As investigações do Ministério Público (MP) indicam que os abusos teriam ocorrido em diferentes locais, incluindo a residência da família e um veículo. 

Continua depois da publicidade

Leia Também

• José Dumont, ator de 'Pantanal', é condenado a 9 anos por abuso sexual contra menor de idade

• Atacante campeão da Copa do Mundo de 1994 é condenado a 3 anos de reclusão, em regime aberto

• Mulher não devolve apartamento alugado, cai da janela e proprietário acaba condenado na Justiça

A Justiça paraense diz que há elementos suficientes para comprovar autoria e materialidade, com base nos depoimentos reunidos ao longo da apuração.

A defesa do cantor afirmou que o processo ainda está em curso e que pretende recorrer. Em nota, os advogados alegam possíveis irregularidades processuais e ressaltam que não há decisão definitiva.

Continua depois da publicidade

A equipe jurídica também destacou que o caso tramita sob sigilo e manifestou preocupação com a divulgação de informações, citando a necessidade de preservar os direitos das partes envolvidas.

Leia a nota na íntegra

“Em atenção à sua consulta, o escritório Filipe Silveira, responsável pela defesa técnica, informa que o processo judicial ainda se encontra em curso, inexistindo, até o presente momento, decisão definitiva. Serão adotadas as medidas recursais cabíveis, uma vez que a defesa sustenta a existência de relevantes violações ao devido processo legal, com potencial comprometimento da validade jurídica dos atos processuais e da própria decisão proferida.

A defesa também registra preocupação com a divulgação de informações relacionadas a processo que tramita sob sigilo, circunstância que, em tese, exige rigorosa observância das restrições legais de acesso e divulgação, tanto para a preservação da regularidade processual quanto para a proteção dos direitos das partes envolvidas”.

Continua depois da publicidade

Conteúdos Recomendados

©2026 Diário do Litoral. Todos os Direitos Reservados.

Software