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O que começou como um registro familiar de introdução alimentar transformou-se em um debate viral sobre nutrição infantil, cultura e prevenção de alergias
O bebê experimenta os alimentos em sua forma original, explorando texturas, cheiros e cores / Reprodução/Instagram @gabimuxagata
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Esqueça a papinha de fruta tradicional. No feed de Gabriela Muxagata Minguini, o pequeno Filippo, de apenas seis meses, explora sabores que muitos adultos jamais provaram: polvo e língua de boi.
O que começou como um registro familiar de introdução alimentar transformou-se em um debate viral sobre nutrição infantil, cultura e prevenção de alergias.
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Gabriela explica que a escolha não é por 'excentricidade', mas para estimular os sentidos de Filippo desde cedo. O bebê experimenta os alimentos em sua forma original, explorando texturas, cheiros e cores. 'O primeiro alimento dele foi polvo. Para nós é comum, mas para muitos soa estranho', revelou à Crescer.
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Diferente das recomendações de décadas atrás, o consenso médico atual — seguido rigorosamente pela empresária — sugere a exposição precoce.
Introduzir peixes, ovos e amendoim cedo ajuda o sistema imunológico a reconhecer esses itens como 'amigos', reduzindo drasticamente o risco de alergias severas no futuro.
Filippo não é o primeiro 'pequeno gourmet' da família. Gabriela aplicou o mesmo método com a primogênita, Sofia, hoje com 5 anos.
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O resultado? Uma criança que aceita qualquer tipo de alimento sem resistência, provando que a educação do paladar começa no berço.