BYD lança Atto 2 DM-i: o primeiro SUV compacto híbrido plug-in flex do Brasil

O SUV parte de R$ 149.990, com motorização flex para atropelar os rivais Hyundai Creta e Volkswagen T-Cross

Atto 2 DM-i - BYD/Divulgação

A BYD apresentou o Atto 2 DM-i, o primeiro SUV compacto plug-in flex do Brasil. O irmão do Yuan Pro será vendido já neste mês, com a montagem na fábrica em Camaçari (BA), confirmada pela marca. Na sua estreia, o modelo chegou como híbrido flex em duas versões, GL e GS.

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Design e aspectos semelhantes ao Yuan Pro

O SUV traz a mesma carroceria e o design do Yuan Pro, com faróis afilados, uma peça preta brilhante centralizada e rente à tampa do capô, junto ao emblema da BYD, com o conjunto de luzes unidos por uma linha cromada.

Presente na linha Dinasty, assim como o Song Pro e Plus, suas lanternas possuem um desenho mais contínuo, unidas por uma barra luminosa que percorre a tampa do porta-malas. Ele também tem um efeito de teto flutuante, pois a divisão entre as colunas B e C trazem um aplique em preto brilhante.

Mantendo o mesmo porte do Yuan Pro, suas dimensões são 4,33 m de comprimento, 1,83 m de largura, 1,67 m de altura e distância entre-eixos de 2,62 m, com o porta-malas de 455 litros, mas como a medição concedida pela montadora é em litros d’água e não no método VDA, o SUV apresenta 256 l na Europa. Suas rodas são de liga leve aro 17, com o peso de 1.510 kg na versão GL e 1.620 kg na GS, graças a bateria maior.

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A suspensão traseira traz o eixo de torção na traseira, e na dianteira McPherson, com freios a disco nas quatro rodas.

A motorização inédita

Para brigar com o T-Cross e o Creta, o Atto 2 DM-i possui a motorização híbrida plug-in flex, agora compatível com gasolina e etanol. Jus ao nome, o conjunto é estruturado na tecnologia DM-i, que une o motor 1.5 aspirado de quatro cilindros de 97 cv, de 30,6 kgfm (a potência varia conforme a versão) de torque, 16 válvulas e injeção direta a uma unidade elétrica, com câmbio com apenas uma engrenagem mecânica e tração dianteira. A versão GL traz 177 cv combinados e na versão GS, 197 cv.

Na versão GL, a bateria Blade de 7,8 kWh possui uma autonomia de 45 km em modo elétrico no ciclo chinês NEDC. Na GS, 18kWh para render o alcance elétrico de 110 km sem o auxílio do motor a combustão. Com o tanque de 45 litros, a autonomia combinada com gasolina prometida pela fabricante é de 1.000 km na versão GL, e na versão GS, 1.045 km, mas o consumo não foi divulgado.

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O carregamento é feito exclusivamente por corrente alternada (AC), com a capacidade máxima de carga para a versão GL de 3,3 kW e, na GL, 6,6 kW. Não há alternativa de recarga rápida em corrente contínua (DC).

Os equipamentos

O Atto 2 DM-i está disponível nas tonalidades Branco Skiing, Cinza Time, Preto Obsidian e Azul Malachite. A garantia é de seis anos ou 200 mil km para o veículo e oito anos ou 200 mil km para a bateria.

No quesito de conectividade, as duas versões trazem um quadro de instrumentos digital de 8,8”, central multimídia com atualizações remotas e conexão sem fio com Android Auto e Apple CarPlay. A alteração é o tamanho da tela interativa: o item é giratório de 10,1″ na configuração de entrada e não giratório de 12,8″ na topo de linha.

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A abertura das portas pode ser feita com a chave sensorial ou o cartão NFC, não possuindo um botão de partida para o motor; basta ter a chave a bordo e colocar o câmbio em D (uma haste presente à direita da coluna de direção), com quatro modos de condução: Eco, Normal, Sport e Neve.

Os preços também variam conforme a versão: na GL, R$ 149.990 e na GS, R$ 169.990.