Artigos de luxo e amados: veja os carros antigos que mais valorizam no mercado

Para te manter atualizado sobre esse universo, a reportagem do Diário do Litoral preparou uma lista de carros antigos que ainda mantêm e muitas vezes até aumentam

A paixão pelo automobilismo e pelos belos automóveis ultrapassa gerações

A paixão pelo automobilismo e pelos belos automóveis ultrapassa gerações | Reprodução

A paixão pelo automobilismo e pelos belos automóveis ultrapassa gerações e reúne colecionadores ao redor do mundo.

Para te manter atualizado sobre esse universo, a reportagem do Diário do Litoral preparou uma lista de carros antigos que ainda mantêm — e muitas vezes até aumentam — seu valor no mercado.

Continua após a publicidade

Os carros são amados também no Brasil. Conheça o carro que permaneceu mais tempo em produção no Brasil

Veja a lista

Dodge Charger

Esse é um grande exemplo da afirmação acima. Ao contrário da maioria dos veículos que perdem valor com o passar dos anos, esse modelo específico, fabricado entre 1973 e 1975, surpreendeu o mercado ao apresentar uma valorização de cerca de 125,9%.

O número expressivo demonstra não apenas sua raridade, mas também o interesse crescente de colecionadores e entusiastas que buscam peças únicas e icônicas da história do automobilismo.

Continua após a publicidade

Kombi Curujinha

De acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas, os carros antigos apresentam, ao longo dos anos, um retorno financeiro superior ao da Selic e do CDI, índices tradicionais do mercado financeiro.

Um exemplo marcante é o da icônica Kombi Corujinha, que entre 2015 e 2016 registrou uma valorização de impressionantes 135% acima da Selic. O dado reforça o potencial dos veículos clássicos não apenas como itens de paixão e nostalgia, mas também como investimentos rentáveis.

Dodge Dart 2

Elaborado no início da década de 1970, esse modelo ocupa a terceira posição entre os que mais valorizaram nos últimos dez anos. Segundo os dados da pesquisa, seu valor de mercado teve um aumento expressivo de 117,7%, evidenciando a forte demanda por clássicos bem conservados e a valorização histórica de veículos que marcaram época.