Durante anos, o chuveiro sem box representou o sonho do banheiro moderno / Freepik/user18526052
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O chuveiro de entrada livre (walk-in), há muito considerado o auge da elegância e já citado anteriormente como a última tendência para os banheiros, dará lugar a um novo padrão a partir de 2025. Contrariando as expectativas, sua substituição não é uma simples evolução estética, mas uma revolução tecnológica e sensorial.
Descubra abaixo como o design aberto e minimalista está sendo destronado pela tendência que redefinirá o bem-estar em casa em 2026.
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Durante anos, o chuveiro sem box representou o sonho do banheiro moderno. No entanto, o ícone está perdendo espaço. Para muitos, a experiência tornou-se sinônimo de limitações ocultas, como a dificuldade de limpeza e a sensação de frio em espaços muito abertos.
Num mundo onde a consciência ambiental cresce, o design aberto é visto agora como um vilão da eficiência, causando perda de calor e consumo excessivo de água.
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O modelo parece menos adequado às novas necessidades de conforto personalizado e gestão sustentável de recursos.
A nova estrela do banheiro é a cápsula de duche (ou cabine de banho inteligente). Esqueça os antigos boxes de acrílico; este conceito oferece um casulo tecnológico projetado para ser um santuário de bem-estar.
Ela integra painéis de controle intuitivos que permitem ajustar a temperatura, a intensidade dos jatos e até criar ambientes com cromoterapia e trilhas sonoras personalizadas.
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A transição entre o modelo convencional e a nova tendência revela diferenças profundas em todos os aspectos do uso doméstico.
Enquanto o chuveiro sem box exige metragens amplas e um design obrigatoriamente aberto para funcionar, a cápsula de duche é otimizada para todos os volumes, garantindo máximo conforto mesmo nos menores banheiros.
Em termos de tecnologia, o modelo antigo limita-se a acessórios e chuveiros comuns, ao passo que a cápsula oferece um sistema integrado e avançado com controle de som, luz e até vapor.
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A sustentabilidade é outro divisor de águas: o sistema de entrada livre tem um consumo alto e difícil de controlar, enquanto as cápsulas inteligentes permitem uma redução de até 40% no gasto hídrico através de softwares de gestão.
No quesito personalização, as opções antes restritas a azulejos e paredes dão lugar a uma infinidade de superfícies, materiais e funções programáveis.
O resultado é a mudança de uma experiência meramente funcional e estética para um ritual totalmente imersivo e sensorial.
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Além da experiência sensorial, a cápsula aborda a otimização de espaço e a proteção ambiental:
Otimização espacial: Ao contrário do modelo aberto, que exige grandes metragens, a cápsula é projetada para se adaptar perfeitamente até a banheiros pequenos, mantendo o calor e evitando respingos.
Economia real de água: O maior argumento contra o modelo antigo é o desperdício. Graças a sistemas inteligentes, a cápsula pode reduzir o consumo de água em até 40%, ajudando o planeta e o bolso do consumidor.
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Enquanto o chuveiro sem box oferecia certa uniformidade, a cápsula permite acabamentos que vão da madeira natural ao metal industrial.
Outro ponto forte é a praticidade: superfícies lisas e contínuas substituem os rejuntes de azulejos, facilitando a limpeza diária e evitando o acúmulo de lodo e calcário.
A era do banho puramente funcional acabou. Em 2026, o banheiro se consolida definitivamente como um spa tecnológico particular.
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