Com malas prontas e passaporte em mãos o casal vicentino, Alina Melo e Guilherme Sacco, voaram para viver uma experiência na capital russa nesta Copa do Mundo 2018. Premiados com uma promoção de cartão de crédito, a dupla irá assistirao jogo do Brasil em Moscou nessa quarta-feira (27).
A analista de comunicação e o engenheiro nunca haviam ganhado uma promoção anteriormente. A sorte bateu em suas portas por meio de um sorteio realizado por uma companhia de cartão de crédito, a compra em um mercado prosperou em uma aventura no exterior. Alina conta que a ligação para contar a novidade não era esperada pelos vicentinos, que pensaram até mesmo que fosse um trote. “A nossa reação foi de total surpresa. O Guilherme não acreditou a princípio, só quando recebeu o e-mail da empresa e a viagem foi confirmada”.
No final da tarde desse domingo o casal embarcou em voo internacional de 17 horas para a capital alemã, Moscou. Sem pagar pelos custos da viagem como passagens e hospedagem, eles também irão desfrutar de atividades antes e depois da partida, podendo aproveitar o clima de mundial até a sexta-feira (29). Durante a estadia, Alina e Guilherme vão passear pela cidade, uma das atrações que serão visitadas é a Catedral de São Basílio, fundada no ano de 1147 na Praça Vermelha sob ordem do czar Ivan, o Terrível.
Apaixonados pelo futebol, o casal gosta de acompanhar os jogos do Santos, e principalmente da Seleção. Guilherme assistirá ao seu primeiro mundial, enquanto Alina já acompanhou de pertinho a seleção canarinho no estádio do Allianz Park em São Paulo. Com ingressos em mãos, eles irão torcer pela seleção de Tite contra a Sérvia nesta quarta-feira no estádio Spartak em Moscou.
?????????????????! – boa viagem!
Desde a descoberta da viagem, o casal vem se preparando junto para aprender o básico da língua russa. Dicionários, aulas online e pesquisas na internet foram os grandes aliados do casal para vencer o adversário da vez: o idioma.
O inglês, língua mais falada no mundo, serve de apoio para ajudar os turistas que embarcam para o país-sede da competição. “Aqui é tudo em alfabeto cirílico, não dá para entender nada. A sorte é que com o inglês conseguimos nos virar”, brinca a analista.
