O motivo, segundo ele, deve-se principalmente à dupla cobrança feita aos moradores e turistas que se deslocam para a região do Forte da Barra Grande. “Geralmente, eles acabam pagando o dobro, porque a gratuidade só vale para quem tem o cartão da Translitoral e, mesmo assim, nem sempre é possível, ou em razão da limitação de tempo, ou em razão de frequentes falhas no sistema”, argumenta Nequinho.