A ausência da informação de quanto do dinheiro do contribuinte está sendo empregado para produzir o material foi suprimida da sua primeira edição (junho/2018) e chamou a atenção do vereador em virtude do desrespeito a regra legal que estabelece a divulgação do valor gasto com este tipo de publicação. Constantino alertou que, lapsos de esquecimento deste tipo, onde se omite uma informação estabelecida por lei é grave e não deve mais ocorrer sob qualquer pretexto, pois turva a transparência dos atos praticados pela administração. Ele exigiu que o custo da publicação e a quantidade de material impresso sejam grafados no próprio cartaz, para ciência de todos, nas próximas edições.