Desesperado por uma chance, Dybala diz que pode jogar com Messi

Diante da Islândia, no último sábado (16), o atacante da Juventus passou os 90 minutos no banco de reservas

Um dos atacantes mais valorizados do futebol europeu, Paulo Dybala, 24, não está marcado por nada que fez em campo pela seleção argentina. É lembrado pela opinião de que é “difícil jogar com Messi.”

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Ele quis dizer que rende mais na faixa de campo preferida pelo camisa 10 indiscutível e craque da seleção. Dybala precisa se adaptar e isso não é fácil. Mas a frase isolada “é difícil jogar com Messi” o persegue.

Nesta terça (19), em Bronnitsi, onde a Argentina está concentrada durante a Copa do Mundo, ele deixou claro que pode ser difícil, mas quer tentar de novo. Talvez nesta quinta (21), em Ninji Novgorod, quando a equipe faz partida decisiva contra a Croácia depois de empatar na estreia com a Islândia.

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“Não há ninguém que possa substituir Messi. Nem na seleção argentina nem em qualquer lugar do mundo. Creio que podemos jogar juntos. Requer trabalho”, disse o meia-atacante da Juventus (ITA).

O próprio Sampaoli afirmou também acreditar que os dois podem estar na mesma equipe, com Dybala mudando de posição em campo. Mas não testou isso nem no amistoso contra o Haiti, antes do Mundial, em La Bombonera.

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Diante da Islândia, no último sábado (16), Dybala passou os 90 minutos no banco de reservas. Nem mesmo quando a Argentina pressionava pela vitória e os chutes de fora da área eram uma boa opção, ele foi escolhido para entrar.

“Eu entendi o que Paulo quis dizer. Com a gente, está tudo bem”, afirmou Messi, sem ressentimento com a afirmação isolada de que um companheiro acha difícil jogar com ele.

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O treinador pode fazer quatro alterações na escalação para o segundo jogo do torneio, mas Dybala não está entre os contemplados com uma chance. Deverão entrar Gabriel Mercado, Marcos Acuña e Cristian Pavón. Enzo Pérez disputa posição com Maximiliano Meza.

O meia-atacante reserva deseja a oportunidade em qualquer lugar na equipe. Já não tem a pretensão de escolher nada.

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“Em algum momento terei a possibilidade de jogar. Cobri várias posições desde que comecei no futebol e sempre me senti cômodo”, explicou.

Para jogar pelo seu país na Copa do Mundo, vale tudo.