O Rio das Ostras se consolidou como um dos polos culturais e turísticos do Rio de Janeiro / Divulgação/Prefeitura Rio das Ostras
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A apenas 170 quilômetros da agitação da capital fluminense, o Rio das Ostras deixou de ser uma pacata vila de pescadores para se consolidar como um dos polos culturais e turísticos mais estratégicos de todo o Sudeste.
Com 28 quilômetros de um litoral recortado por 15 praias, cada uma com uma personalidade própria, a cidade prova que o Rio de Janeiro ainda guarda refúgios de alta qualidade de vida.
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O grande divisor de águas na história recente do município atende pelo nome de Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. O que começou em 2003 como uma aposta cultural na orla de Costazul transformou-se no maior evento do gênero na América Latina.
Hoje, a cidade respira música, atraindo uma audiência internacional que busca o raro equilíbrio entre shows gratuitos de nível mundial e o pé na areia.
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Quem caminha pela orla não consegue ignorar a Praça da Baleia. Ali repousa uma das maiores homenagens a cetáceos do planeta: uma escultura de uma baleia-jubarte com 20 metros de extensão.
O monumento não é apenas estético, pois imortaliza a passagem marcante de uma baleia e seu filhote pela costa na década de 1990, símbolo da rica biodiversidade local que hoje inclui áreas de preservação e a famosa Praia das Tartarugas.
Para além do banho de mar em águas claras como as de Joana ou Costazul, Rio das Ostras expandiu sua oferta para o turismo de experiência. Na zona rural de Cantagalo, o visitante troca o sal pela terra em trilhas e uma gastronomia rústica que remete às raízes do interior fluminense.
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Com um calendário que desafia a sazonalidade, mantendo o movimento aquecido mesmo no inverno seco e ameno, o Rio das Ostras não é apenas um lugar para visitar, mas um modelo de como a infraestrutura e a cultura podem reinventar o destino preferido de quem busca o mar.