Turismo

Ilha santista proíbe venda de casas, tem 'cardume azul' e capela feita em um fim de semana

Com cerca de 200 moradores, a comunidade mantém tradições, rotina tranquila e um estilo de vida simples

Igor de Paiva

Publicado em 10/02/2026 às 07:55

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A gastronomia local também chama atenção, tendo como grande destaque o peixe azul-marinho / Wikipedia Communs

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Não é exagero afirmar que o território santista esconde belezas naturais únicas, aliadas a um povo extremamente acolhedor. E quando o assunto é a querida Ilha Diana, essa definição cai como uma luva.

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Com cerca de 200 moradores, a comunidade mantém tradições, rotina tranquila e um estilo de vida simples. A ilha é cercada pela Mata Atlântica e manguezais, cenário que reforça o clima de preservação e contato direto com a natureza.

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A gastronomia local também chama atenção, tendo como grande destaque o peixe azul-marinho, prato típico da região que encanta moradores e visitantes pelo preparo único e sabor marcante.

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Outro ponto curioso é a regra que proíbe a venda de imóveis para não nativos. As casas da Ilha Diana só podem ser negociadas entre moradores da própria comunidade, medida que ajuda a preservar a identidade local.

Por fim, a capela da ilha é um símbolo de união. O espaço religioso foi construído em apenas um fim de semana, por meio de um mutirão organizado pelos próprios moradores, mostrando a força coletiva e o espírito comunitário do local.

Como chegar?

A Ilha Diana fica no estuário de Santos (SP) e o acesso é feito exclusivamente por barco.

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O trajeto mais comum é saindo da Ponta da Praia, em Santos. Moradores utilizam embarcações próprias ou transporte marítimo regular, que parte de píeres da região e leva cerca de 20 a 30 minutos, dependendo da maré e das condições do tempo.

Para visitantes, o ideal é agendar o transporte com barqueiros locais ou por meio de passeios autorizados, já que não há linha turística convencional. Também é recomendado combinar a ida e a volta com antecedência.

Importante lembrar que a ilha é uma comunidade tradicional, portanto visitas devem ser respeitosas e, de preferência, previamente avisadas aos moradores

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