A Terra do Drácula deve ser inaugurada ainda em 2026 / Imagem ilustrativa gerada por IA/DL
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Enquanto os parques da Flórida apostam em animatrônicos perfeitos para assustar multidões, um projeto no leste europeu corre por fora com um trunfo que dinheiro nenhum pode comprar: a autenticidade histórica. A construção do tão aguardado complexo turístico temático na Romênia, apelidado de "A Terra do Drácula", está atraindo os olhares de fãs de terror do mundo todo por prometer algo que nenhum outro lugar tem: o medo genuíno em seu local de origem.
Localizado nas montanhas nebulosas dos Cárpatos, o projeto busca transformar a lenda de Vlad, o Empalador, em uma imersão gótica sem precedentes. Se você achava que casas mal-assombradas eram brincadeira de criança, o que está sendo preparado na terra dos vampiros vai te fazer repensar suas próximas férias.
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A grande diferença deste projeto para qualquer atração da Disney ou Universal é a "cenografia". Aqui, as paredes não são de fibra de vidro; são de pedra fria, úmida e com séculos de história. O complexo aproveita a atmosfera natural da Transilvânia com suas florestas densas, neblina constante e arquitetura medieval para criar um ambiente opressor e fascinante. A ideia não é apenas visitar um parque, mas entrar fisicamente nas páginas do romance de Bram Stoker, onde o perigo parecia espreitar atrás de cada árvore retorcida.
Não espere, porém, apenas ruínas antigas. O trunfo do novo empreendimento é o casamento entre o arcaico e o moderno. Fontes ligadas ao turismo local indicam o uso de projeções holográficas de última geração e sistemas de som binaural (3D) dentro das masmorras e corredores. O objetivo é fazer o visitante duvidar dos próprios sentidos: aquele sussurro veio do fone de ouvido ou do fundo da cripta? A sombra na parede foi um efeito de luz ou algo mais? É o terror psicológico elevado à potência máxima.
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Uma das atrações mais comentadas é a experiência gastronômica imersiva. Esqueça o hambúrguer e a batata frita. O conceito gira em torno de banquetes medievais servidos em salões à luz de velas, replicando a opulência sombria da nobreza romena do século XV. Atores caracterizados não apenas servem, mas interagem com os "convidados" em uma narrativa que dura a noite toda. A promessa é de um jantar onde a tensão é o prato principal e ninguém sabe quem será a "próxima vítima" da trama.
O "Parque do Drácula" romeno não se posiciona como um destino de massa barato, mas como uma experiência exclusiva para quem busca o turismo de "dark fantasy". A localização remota exige planejamento: chegar lá envolve voos para Bucareste e uma viagem de trem ou carro pelas estradas sinuosas das montanhas o que, convenhamos, já faz parte da aventura.
Para o brasileiro acostumado com o calor tropical, a experiência do frio dos Cárpatos somada à adrenalina do medo promete ser o "choque térmico" mais inesquecível de 2026. Resta saber: você teria coragem de entrar na cripta quando as portas se fecham de verdade?
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