Turismo
Inspiradas em modelos internacionais, cidades brasileiras adotaram taxas ambientais para preservar praias, ilhas e parques naturais muito visitados
Praias e parques brasileiros já adotam taxas de entrada / Artur Warchavchik/Wikimedia Commons
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Ao anunciar a cobrança de uma taxa para turistas em datas especÃficas, Veneza voltou a chamar atenção para os desafios do turismo em excesso. No Brasil, a estratégia já é usada em diversos destinos.
Inspiradas em modelos internacionais, cidades brasileiras adotaram taxas ambientais para preservar praias, ilhas e parques naturais muito visitados.
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A prática se espalhou pelo paÃs e atinge destinos conhecidos. Em comum, está a tentativa de equilibrar a chegada de visitantes com a conservação do meio ambiente.
A medida adotada por Veneza reforçou um debate que já acontece no Brasil há anos. Destinos turÃsticos passaram a cobrar para conter danos ambientais.
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As taxas variam conforme o local e a forma de acesso. Algumas são diárias, outras valem por perÃodos especÃficos.
Moradores, em geral, não pagam ou têm desconto, enquanto turistas assumem o custo da preservação.
Turistas que visitam Alto ParaÃso de Goiás precisam pagar uma taxa ambiental para acessar a região.
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A cidade está próxima a áreas de preservação reconhecidas internacionalmente. O valor cobrado varia conforme o perfil do visitante.
Na Bahia, Morro de São Paulo cobra uma tarifa ambiental válida por várias semanas.
O pagamento pode ser feito presencialmente ou pela internet. Alguns grupos são isentos da cobrança.
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Fernando de Noronha cobra uma taxa ambiental diária por visitante.
O valor aumenta conforme o tempo de permanência na ilha. A medida ajuda a controlar o número de turistas.
Em Jericoacoara, o visitante precisa pagar uma taxa válida por alguns dias.
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Quem fica mais tempo paga valores adicionais. O pagamento antecipado facilita o controle turÃstico.
O arquipélago de Abrolhos exige pagamento de taxa ambiental.
Os valores variam conforme a origem do visitante. A arrecadação é usada na preservação marinha.
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Santo Amaro cobra uma taxa para quem acessa a cidade. O valor tem validade limitada. A cobrança é voltada ao turismo sustentável.
O acesso ao Chapadão de Pipa envolve pagamento. A taxa é exigida para veÃculos. A ideia é reduzir impactos ambientais.
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Ubatuba aplica taxa ambiental conforme o veÃculo. Os valores variam e são cobrados na entrada da cidade. A medida busca preservar áreas naturais.
Bombinhas aplica taxa ambiental apenas na alta temporada. Os valores dependem do veÃculo.
A arrecadação ajuda a manter a cidade durante o verão.
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