Tecnologia

Real demais? Novo robô humanoide imita o andar e expressões humanas com 92% de precisão

A tecnologia biomimética conta até com temperatura corporal próxima à humana para tornar a interação mais natural em hospitais

Giovanna Camiotto

Publicado em 04/02/2026 às 20:42

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Essa robô humanoide impressiona pela capacidade de 'imitar' humanos / Pexels

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Uma nova fronteira da robótica foi alcançada com o lançamento da Moya, apresentada em Xangai como o primeiro robô humanoide "totalmente biomimético" do mundo. Desenvolvida pela empresa chinesa DroidUp, a humanoide impressiona pela capacidade de "imitar" humanos.

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Segundo a fabricante, a Moya é capaz de replicar microexpressões faciais, manter contato visual e caminhar com 92% de precisão em relação ao movimento humano. Com 1,65 metro de altura e pesando apenas 32 kg, a robô foi projetada para interagir e acompanhar pessoas em ambientes como hospitais, escolas e comércios.

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O que mais chama a atenção na Moya é o esforço da fabricante em superar o "vale da estranheza", aquele desconforto sentido quando algo artificial parece real demais. Além de sorrir e acenar, a robô mantém uma temperatura corporal entre 32 e 36 graus Celsius, visando tornar o contato físico mais natural.

Robô Moya utiliza inteligência artificial para replicar microexpressões faciais e contato visual humano/DroidUp
Robô Moya utiliza inteligência artificial para replicar microexpressões faciais e contato visual humano/DroidUp
Humanoide de um metro e sessenta e cinco mantém temperatura corporal similar à de uma pessoa/DroidUp
Humanoide de um metro e sessenta e cinco mantém temperatura corporal similar à de uma pessoa/DroidUp
Tecnologia biomimética foca na interação social em ambientes hospitalares e comerciais/DroidUp
Tecnologia biomimética foca na interação social em ambientes hospitalares e comerciais/DroidUp
Design modular permite personalizar a aparência da robô sem alterar sua estrutura mecânica/DroidUp
Design modular permite personalizar a aparência da robô sem alterar sua estrutura mecânica/DroidUp

Embora o design tenha gerado reações mistas na internet, com alguns usuários fascinados e outros intimidados pelo realismo, a DroidUp aposta em um mercado focado na empatia e na presença acolhedora, fugindo do visual puramente industrial ou caricato de outros modelos.

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A Moya utiliza inteligência artificial incorporada para perceber e agir no mundo físico, operando sobre uma plataforma modular que permite personalizar sua aparência externa. O lançamento comercial está previsto para o final de 2026, com um preço inicial estimado em cerca de 1,2 milhão de ienes (aproximadamente R$ 40 mil).

A proposta da empresa é que a humanoide não seja apenas uma ferramenta de trabalho, mas um agente social capaz de estabelecer conexões duradouras com seres humanos.

 

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