Greve geral contra reformas foi só o começo, dizem centrais sindicais

A possibilidade de nova greve também permeou o ato da CUT na av. Paulista -que ainda fez festa na praça da República

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04 MAI 2017Por Da Reportagem09h00
Sindicalistas de Santos estão se reunindo com as direções das centrais sindicais para saber quais serão os próximos passos da mobilização contra as reformasSindicalistas de Santos estão se reunindo com as direções das centrais sindicais para saber quais serão os próximos passos da mobilização contra as reformasFoto: Rodrigo Montaldi/DL

O recado das centrais sindicais nas festas pelo Dia do Trabalhador, foi de que a greve geral da última sexta (28) contra as reformas promovidas pelo governo de Michel Temer foi “só o começo”.

No ato da Força Sindical, no Campo de Bagatelle o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), presidente da entidade, disse que “se o governo não entendeu, vai ter mais”, referindo-se a nova paralisação contra as mudanças nas legislações trabalhista e previdenciária.

A possibilidade de nova greve também permeou o ato da CUT na av. Paulista -que ainda fez festa na praça da República (região central de SP). O presidente Vagner Freitas convocou uma marcha a Brasília quando o Congresso votar a reforma da Previdência

E nesse clima, os sindicalistas estão se preparando para invadir Brasília a fim de acompanhar de perto as votações das reformas trabalhista e previdenciária, que ocorrem ainda neste mês no Senado (trabalhista) e na Câmara (previdenciária).