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Sindical e Previdência

Empregados dos Correios retornam para o trabalho

Os trabalhadores aceitaram a proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST), apresentada na última quarta-feira (4), na audiência de conciliação

Os trabalhadores aceitaram a proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST), apresentada na última quarta-feira (4), na audiência de conciliação / Arquivo DL

Os empregados dos Correios que tinham aderido à paralisação parcial da categoria retornaram ao trabalho ontem, após aceitarem a proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST), apresentada na última quarta-feira (4), na audiência de conciliação.

A proposta prevê reajuste de 2,07% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) retroativo a agosto deste ano, compensação de 64 horas, o que equivale a oito dias, e desconto dos demais dias de ausência, além da manutenção das cláusulas já existentes no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016/2017. Sobre o plano de saúde, a proposta continua em negociação, intermediada pelo TST.

Os Correios estimam que os serviços da empresa sejam normalizados em até cinco dias úteis.
Para os serviços com hora marcada, como Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje, Disque Coleta e Logística Reversa Domiciliária, que haviam sido suspensos devido à paralisação parcial, a previsão é que voltem a funcionar até quarta-feira (11).

Com 22 mil trabalhadores, os Correios fizeram um mutirão neste fim de semana, entregando mais de 6 milhões de cartas e encomendas e triando cerca de 10,5 milhões de ­objetos.

ABUSIVA

O vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Emmanoel Pereira, chegou a declarar como abusiva, no último dia 28, a greve, que foi iniciada no dia 19 de ­setembro.

Segundo o ministro, a greve foi deflagrada com a negociação ainda não encerrada, o que determinou a abusividade do movimento.

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