Atenção básica de SV é reforçada com a chegada de mais médicos

Mais quatro profissionais passam a integrar quadro das Estratégias Saúde da Família (ESF´s), que fica completo

Comentar
Compartilhar
17 JUN 2021Por Da Reportagem19h39
A nova equipe se junta aos outros nove médicos que iniciaram os trabalhos em maio deste ano.A nova equipe se junta aos outros nove médicos que iniciaram os trabalhos em maio deste ano.Foto: Divulgação/PMSV

A Prefeitura de São Vicente recebeu, nesta quinta-feira (17), mais quatro médicos generalistas do Programa Médicos pelo Brasil, do governo federal.
Os novos doutores irão atuar nas Estratégias Saúde da Família (ESF) da Área Insular e Continental.

Durante a manhã, os novos profissionais passaram por cursos de humanização e pré-natal na Secretaria de Saúde (Sesau), e à tarde foram recebidos pelo prefeito Kayo Amado e pela vice-prefeita Sandra Conti.

A nova equipe se junta aos outros nove médicos que iniciaram os trabalhos em maio deste ano.

Os postos que receberão os profissionais serão as ESF´s do Gleba, Continental II, Náutica e Sá Catarina.

A secretária de Saúde, Michelle Santos, disse que desde o começo da gestão está buscando fortalecer o atendimento básico na Cidade, melhorando o atendimento para toda a população. “Esses profissionais poderão atender todas as demandas das ESF’s, desde casos de clínica geral, pré-natal para gestantes, até atendimento humanizado para crianças e idosos. É um ganho para o nosso Município”, afirma.

O prefeito Kayo Amado tem a Saúde como um dos pontos centrais da gestão. Ele deu boas vindas aos médicos e desejou boa sorte no trabalho que eles passam a desempenhar, essencial para diminuir a superlotação nas urgências e emergências. “A área da Saúde é abrangente. Não devemos nos preocupar apenas com atendimentos de urgência, emergência ou complexos, mas também com a atenção básica. Essa nova equipe vem somar e fazer todo o trabalho de base, de acolhimento”, finaliza.

Um dos novos médicos, Glauco Ferreira, já teve experiência como médico de família no Grajaú, em São Paulo e também realizava visitas domiciliares para pacientes acamados. Para ele, os médicos devem construir um projeto e uma relação voltada à comunidade, provendo uma saúde de qualidade, mas trabalhando na prevenção dos pacientes que estão saudáveis. “Nosso trabalho reduz a ida do paciente ao pronto-socorro ou especialidades, porque as doenças são evitadas ou tratadas em nível primário, contribuindo para não a não superlotação do sistema”, explica.