O SuperAção SP opera por meio de duas trilhas de atendimento / Divulgação/Governo de SP
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O programa SuperAção SP avança em São Vicente com a atuação direta de agentes em territórios considerados prioritários. A iniciativa busca conectar famílias em situação de vulnerabilidade social a políticas públicas, programas assistenciais, qualificação profissional e oportunidades de inserção no mercado de trabalho.
O trabalho é realizado por meio de busca ativa de famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Os profissionais fazem visitas domiciliares, levando atendimento diretamente às residências, sem necessidade de deslocamento até unidades da assistência social.
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Durante o acompanhamento, os agentes elaboram planos de desenvolvimento individualizados junto às famílias, além de realizar encaminhamentos para serviços, programas sociais e oportunidades de emprego e geração de renda.
Cada agente acompanha, em média, pelo menos 20 famílias por mês, com visitas semanais, quinzenais ou mensais, conforme a necessidade de cada caso.
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A escolha dos bairros prioritários foi feita em parceria com a equipe municipal de assistência social, com base em indicadores de vulnerabilidade.
O número de profissionais foi definido de acordo com a estrutura do município, garantindo presença contínua nos territórios atendidos.
Em São Vicente, os atendimentos partem dos CRAS São Vicente e Jóquei Clube, com visitas realizadas nos bairros Catiapoã, Centro, Ilha do Bugre, Japuí, Jardim Independência, Jardim Recanto, Jóquei Clube, Parque Bitaru, Parque São Vicente, Sá Catarina de Moraes, Sambaiatuba e Vila Valença.
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O programa atende famílias que estejam inscritas e com cadastro atualizado no CadÚnico nos últimos 24 meses, além de possuir renda familiar per capita — excluídos benefícios sociais — inferior a meio salário mínimo nacional, estimado em R$ 759 considerando o valor vigente de R$ 1.518 em 2025.
O SuperAção SP opera por meio de duas trilhas de atendimento. A Trilha de Proteção Social é voltada a famílias com maiores dificuldades de inclusão produtiva, como idosos, pessoas dependentes de cuidados ou em situação de rua.
Já a Trilha de Superação da Pobreza atende famílias com perfil para inserção no mercado de trabalho.
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Enquanto a Proteção Social é conduzida principalmente por equipes técnicas municipais, a trilha de Superação da Pobreza prioriza visitas domiciliares e acompanhamento individualizado pelos agentes.
Cada família recebe um plano personalizado que pode incluir auxílios financeiros, bonificações por metas cumpridas e acesso facilitado a políticas públicas nas áreas de saúde, educação, habitação, assistência social e geração de renda.
O acompanhamento ocorre por dois anos, seguido de monitoramento adicional de seis meses para avaliação dos resultados.
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