Saúde

São Vicente recebe audiência popular sobre Cannabis para fins terapêuticos

Evento acontece na terça-feira (25), às 18h30, no Espaço Multicultural da Praça 22 de Janeiro

Da Reportagem

Publicado em 21/10/2022 às 11:02

Atualizado em 21/10/2022 às 11:26

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Cannabis de uso medicial / Divulgação

A Prefeitura de São Vicente, por meio da Secretaria de Cultura (Secult), e em parceria com o Instituto Adesaf (Articulação de Tecnologias Sociais e Ações Formativas) realiza a audiência popular "Cannabis para Fins Terapêuticos: Realidade à Espera da Lei", no dia 25 de outubro, às 18h30, no Espaço Multicultural (Praça 22 de Janeiro, s/n, Centro). 

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A entrada é gratuita e limitada a 80 participantes, que deverão se inscrever por meio do link bit.ly/cannabispopular. A organização também realiza uma campanha para arrecadação de produtos de limpeza, que serão encaminhados à Apae de São Vicente.

O tema será debatido por especialistas em duas grandes mesas: "Cannabis e Saúde" e "Proibicionismo e Guerra às Drogas". O objetivo do evento é fomentar o debate a respeito do uso médico e terapêutico da Cannabis sativa e refletir como a atual política tem impactado o acesso à saúde e ao bem-estar da população em geral. 

O medicamento tem sido utilizado no tratamento de diversas patologias, transtornos e distúrbios, como epilepsia, ansiedade, depressão, doença de Parkinson, esclerose múltipla, cefaleia, autismo, entre outros. 

"Embora o uso terapêutico medicinal cresça, ainda existe muito preconceito e falta de informações que possam ser traduzidas ou direcionadas do campo científico para o popular. Buscando ampliar e, principalmente, democratizar a discussão, nós vamos promover essa audiência popular", explica a diretora-presidente do Instituto Adesaf, Fernanda Gouveia.

A audiência popular também conta com apoio da Plataforma Brasileira de Política de Drogas e da Koba.

Palestrantes / mediadores já confirmados:
Luciana Surjus, mestra e doutora em Saúde Coletiva e professora do Departamento de Políticas Públicas e Saúde Coletiva da Unifesp; 

Renato Filev, doutor em Neurologia/Neurociências, pós-doutorando no Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes do Departamento de Psiquiatria e Psicologia Médica da Unifesp e coordenador científico da Plataforma Brasileira de Política de Drogas; 

Flávio Falcone, psiquiatra formado pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), atualmente integra a equipe do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo (Proad-Unifesp). Idealizador do Projeto Teto, Trampo e Tratamento, na Cracolândia, em SP, onde também atua como palhaço;

Nathália Oliveira, bacharel em Ciências Sociais pela Fundação Escola de Sociologia de São Paulo, coordenadora da Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas. Tem experiência na área de Sociologia, políticas públicas com ênfase em políticas de drogas, redução de riscos e danos sociais relacionados ao uso de drogas.

Jade Mourão, tecnóloga ambiental, mestra em Meio Ambiente e Inovação pela Unicamp, educadora e consultora canábica; 

Gabrielle Dainezi, especializada em Políticas Públicas e Sociais, mestranda em Etnofarmacologia pela Unifesp, presidente do Conselho Fiscal do Instituto Padre Ticão e coordenadora do Curso de Extensão em Cannabis Medicinal da Unifesp e do Movimento pela Regulamentação da Cannabis Medicinal (Movrecam); 

Laureci Dias, redutora de danos, presidente do Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas (Comad) de Santos e coordenadora, na Baixada Santista, do Movimento Nacional de Luta e Defesa da População em Situação de Rua; 

Marco Aurélio Torres (Mion), humanista e redutor de danos, é coordenador do Núcleo de Ações e Políticas sobre Drogas do Instituto Adesaf. É pedagogo, mestre em  Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente e especialista em Projetos de Educação e de Políticas sobre Drogas.

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