Rede municipal organiza atendimento por complexidade; veja o que procurar em cada unidade / Divulgação
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Na hora de buscar atendimento de saúde, tempo e precisão podem salvar vidas. Por isso, o Diário do Litoral preparou um resumo sobre onde e como procurar ajuda médica na Baixada Santista. No caso de São Vicente, a Prefeitura organiza os atendimentos de acordo com a complexidade, buscando direcionar corretamente os pacientes.
Os casos de menor gravidade devem ser atendidos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), responsáveis pela atenção primária. Nessas unidades, os moradores podem realizar consultas de rotina, renovação de receitas, administração de medicamentos e atendimentos para sintomas como dores, febre, diarreia e vômito.
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As UBS também oferecem serviços como curativos, retirada de pontos, troca de sondas, vacinação, aferição de pressão arterial e acompanhamento pré-natal para gestantes.
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Situações que exigem atendimento imediato devem ser encaminhadas aos prontos-socorros do municÃpio. Entre os casos atendidos estão parada cardÃaca, crise convulsiva, AVC (derrame), infarto com dor no peito, reação alérgica grave, falta de ar intensa, acidentes de trânsito, mordidas de animais, ferimentos por arma de fogo ou objetos cortantes, fraturas, queimaduras e tentativas de suicÃdio.
Na cidade, os atendimentos hospitalares de maior complexidade são realizados em unidades como o Hospital do Vicentino, o Hospital Dr. Olavo Hourneaux de Moura e a Maternidade Municipal de São Vicente. Também fazem parte da rede o Pronto-Socorro Central de São Vicente, o Pronto-Socorro Rio Branco, o Pronto-Socorro do Humaitá e o Pronto-Atendimento Parque das Bandeiras.
Os serviços de média complexidade são realizados em unidades especializadas da rede municipal, como o Complexo de Especialidades Médicas de São Vicente (CEMESV), o Centro de Apoio Diagnóstico de São Vicente (CAD) e o Centro de Atendimento de Traumatologia e Ortopedia (CATO).
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Também fazem parte da rede os Centros de Especialidades Odontológicas dos bairros Jardim Rio Branco e Insular, além de unidades de atenção psicossocial, como os CAPS voltados para atendimento adulto, infantil e dependência quÃmica.
Para realizar consultas especializadas, o paciente deve primeiro procurar uma das 26 unidades básicas de saúde do municÃpio. Após avaliação clÃnica inicial, o médico poderá encaminhar o paciente para atendimento em serviços especializados da rede municipal, caso seja necessário.
A recomendação da rede pública é procurar:
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Unidades Básicas de Saúde (UBS) para consultas de rotina, renovação de receitas, vacinação, curativos e sintomas leves;
Prontos-socorros em situações de urgência e emergência, como dores intensas, acidentes, falta de ar grave ou suspeita de infarto e AVC;
Unidades especializadas (CEMESV, CAD, CATO, CAPS) para atendimentos de média complexidade, sempre com encaminhamento da UBS.
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Segundo a Secretaria da Saúde, a organização do fluxo de atendimento ajuda a otimizar os recursos do sistema público e garantir assistência adequada para cada tipo de necessidade.