SABESP AGOSTO MOB

Santos: Mutirão no Rádio Clube elimina 23 focos com larvas do mosquito da dengue

Esta é a primeira parte da mobilização contra o inseto no bairro, que continua nesta quinta (30) e sexta-feira (31)

Comentar
Compartilhar
30 JUL 2020Por Da Reportagem08h20
O Rádio Clube é o bairro da Zona Noroeste com maior ocorrência de casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti em 2020: são cinco de dengue e um de chikungunyaFoto: Divulgação / Prefeitura de Santos

Mesmo com o tempo encoberto e momentos de chuva, 61 agentes de combate a endemias de Santos percorreram 1.494 imóveis em mutirão contra o mosquito Aedes aegypti no Rádio Clube nesta quarta-feira (29). Eles eliminaram 23 focos com larvas de mosquito. 

Esta é a primeira parte da mobilização contra o inseto no bairro, que continua nesta quinta (30) e sexta-feira (31), com aplicação de inseticida em torno das residências de moradores que contraíram chikungunya e dengue recentemente. Em caso de mau tempo, a pulverização será transferida para outra data. 

O Rádio Clube é o bairro da Zona Noroeste com maior ocorrência de casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti em 2020: são cinco de dengue e um de chikungunya.

Dois focos com larvas eliminados nesta quarta foram encontrados dentro de pneus sem uso que estavam em terrenos usados para estacionamento de caminhões na Rua Kleber Facundo Leite. O local já é alvo de monitoramento dos agentes da Seção de Controle de Vetores da Secretaria de Saúde que realizam a vistoria casa a casa ao longo do ano e passará a ter visitas mais constantes.

A equipe de Informação, Educação e Comunicação (IEC) da Secretaria de Saúde acompanhou os trabalhos e conversou com os moradores das 15 quadras que receberão a aplicação do inseticida, explicando a importância e a forma de realização do procedimento, bem como esclarecendo eventuais dúvidas da população.

CASOS
Com relação às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, Santos confirmou 103 casos de dengue e nove de chikungunya em 2020. Não há registro de zika neste ano. Já a febre amarela urbana não é registrada no Brasil desde a década de 1940.