Porto de Santos volta a ter grupamento de fuzileiros navais

Unidade funcionou em Santos de 1963 a 1976, sendo desativada por questões orçamentárias

Unidade funcionou em Santos de 1963 a 1976, sendo desativada por questões orçamentárias

Unidade funcionou em Santos de 1963 a 1976, sendo desativada por questões orçamentárias | Isabela Carrari/PMS

A Cidade voltou a ter, nesta quarta-feira (10), um Grupamento de Fuzileiros Navais de Santos (GptFNSantos). Inicialmente composto por 56 militares, o grupo integrante da Marinha do Brasil terá seu efetivo aumentado, gradativamente, para 158 militares.

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“A Prefeitura vai apoiar amplamente qualquer ação ou qualquer necessidade de infraestrutura para melhoria do atendimento dos fuzileiros navais no Município”, garantiu o prefeito Rogério Santos, ao participar da solenidade de ativação na sede do grupamento (Avenida Afonso Pena, 853, Estuário), na manhã desta quarta-feira (10).

A unidade funcionou em Santos de 1963 a 1976, sendo desativada por questões orçamentárias. Sob o comando do capitão de fragata Eric Ricardo de Souza, o grupo tem como objetivo ampliar a capacidade operativa na área de jurisdição do Comando do 8º Distrito Naval, fortalecendo as operações de fuzileiros navais, cooperação com órgãos federais, defesa dos portos e ações de garantia da defesa e da ordem (GLO).

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“A Segurança é fundamental. Quando falamos do retorno desse grupamento, não estamos destacando somente a questão da defesa do território nacional, mas do Litoral Paulista, e também do combate ao tráfico de drogas e armas, que acaba refletindo nas cidades. É bem-vindo esse retorno”, afirma o prefeito.

Ao assumir o comando do GptFNSantos, o capitão de Fragata Eric Ricardo de Souza citou o Porto de Santos como “patrimônio nacional que, por sua localização estratégica, requer constante vigilância. Santos sempre teve importância para o País. O Porto de Santos é fundamental para escoar a produção, consolidando a riqueza do País”.