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Santos

Dersa contesta críticas de diretor da Emplasa

Vale lembrar que Oliveira fez as declarações na audiência na Câmara de Santos, promovida pela Frente Parlamentar de Regulamentação do Transporte Hidroviário por Meio do Serviço de Balsas do Estado de São Paulo.

Oliveira fez as declarações na audiência promovida pela Frente Parlamentar de Regulamentação do Transporte Hidroviário . / Nair Bueno/DL

A Direção da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa) rebateu ontem as declarações feitas pelo diretor-presidente da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano S/A (Emplasa), Marcelo Martins de Oliveira, a respeito da segurança dos serviços de Travessias Litorâneas, publicadas na reportagem “Travessia entre Santos e Guarujá conta com 32 motores de balsas em situação crítica”, publicada nesta sexta-feira (14).

“É importante esclarecer que todas as embarcações da Empresa passam por constantes manutenções preventivas e, quando algum problema técnico ocorre, são imediatamente retiradas de operação para que os ajustes e reparos sejam realizados.  Além disso, todas elas cumprem cronograma de reformas a cada quatro ou cinco anos, para a renovação de seus respectivos Certificados de Segurança da Navegação (CSN)”, informa em nota.

CERTIFICADAS.

A empresa ainda completa que as afirmações de Martins servem apenas para desinformar os leitores e usuários das Travessias Litorâneas, criando a falsa sensação de insegurança, uma vez que, para que possam navegar e transportar milhares de veículos e pedestres diariamente, todas as balsas e lanchas da Dersa são certificadas por empresa especializada e ­somente operam com a ­devida aprovação da Marinha do Brasil. Sendo assim, a Dersa cumpre rigorosamente as normas vigentes e é a maior interessada em garantir a plena segurança dos usuários do sistema de travessias. 


ELE DISSE.

Vale lembrar que Oliveira fez as declarações na audiência na Câmara de Santos, promovida pela Frente Parlamentar de Regulamentação do Transporte Hidroviário por Meio do Serviço de Balsas do Estado de São Paulo, em que esteve também presente o diretor de Operações da Dersa, Eduardo di ­Gregório. 
No encontro, ele disse que o sistema não condiz com a eficiência, rapidez e segurança que a Dersa propaga em seu site e o que ­preconiza a legislação. “Quando você se depara com a norma e com o serviço prestado, percebe que existe um descompasso ­total. O serviço não é adequado, eficiente, não se mede as tarifas e adequação das situações que surgem”, revelou.

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