As obras no Cemitério da Filosofia, focadas na revitalização e ampliação do jazigo 29 / Divulgação/PMS
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A Prefeitura de Santos iniciou um importante projeto de modernização na necrópole do Saboó. As obras no Cemitério da Filosofia, focadas na revitalização e ampliação do jazigo 29, visam não apenas aumentar a capacidade de sepultamento, mas resolver um antigo problema de infraestrutura que afetava a dignidade das famílias em dias de chuva.
A intervenção, com duração prevista de três meses, começou com a demolição de 461 jazigos antigos. O local sofria com a falta de escoamento por estar abaixo do nível da rua. Segundo a coordenadora de cemitérios da Secretaria das Prefeituras Regionais, Elen Miranda, a área era crítica.
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“Este local sempre demandou uma atenção especial por ser uma das áreas mais baixas do cemitério. A ausência de drenagem fazia com que, em períodos de chuvas intensas, a água chegasse a atingir a altura do terceiro jazigo, causando transtornos e riscos estruturais”, explica.
Para viabilizar a reforma sem desrespeitar a memória dos sepultados, a prefeitura realizou a transferência de aproximadamente 200 sepulturas perpétuas para os jazigos 101 e 102, estruturas mais modernas construídas recentemente. “Estes jazigos oferecem melhores condições estruturais, garantindo respeito às famílias e organização durante a execução das obras”, conclui Miranda.
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Após a fase de demolição e limpeza, será implementado um novo sistema de drenagem para impedir novos alagamentos. Na sequência, o jazigo 29 será reconstruído com o acréscimo de novas carneiras (gavetas), garantindo mais funcionalidade, segurança e uma organização superior do espaço para os usuários.