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Saúde

Campanha de vacinação contra o sarampo em Santos chega ao fim nesta sexta-feira

Mesmo as crianças com esquema vacinal completo contra o sarampo (duas doses, a primeira aos 12 e a segunda aos 15 meses de vida) devem tomar a dose adicional

O Governo do Estado mantém o oferecimento da dose zero para crianças aos seis meses de idade / Divulgação/PMS

A campanha de vacinação contra o sarampo se encerra nesta sexta-feira (24). São contempladas crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade e trabalhadores da saúde, que podem se vacinar nas policlínicas da Cidade das 8h às 16h (com exceção das unidades Aparecida, Alemoa e Monte Cabrão, porque salas de vacina passam por manutenção).

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Em Santos, a cobertura vacinal chega a 41,6%, número abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, de 95%. 

Mesmo as crianças com esquema vacinal completo contra o sarampo (duas doses, a primeira aos 12 e a segunda aos 15 meses de vida) devem tomar a dose adicional.

Menores de um ano tomam a chamada dose zero, prevista pela campanha.

Os trabalhadores da saúde são imunizados apenas se não tiverem as duas doses marcadas na carteira de vacinação.

VACINAÇÃO DE ROTINA CONTINUA

Mesmo com o fim da campanha, a vacina tríplice viral, contra sarampo, caxumba e rubéola, seguirá disponível nas policlínicas para as faixas etárias estabelecidas no calendário nacional de imunização. 

O calendário prevê a aplicação da dose um da vacina tríplice viral aos 12 meses de vida e a segunda, aos 15 meses, junto com uma dose da vacina contra a varicela (catapora). Esse intervalo entre vale para as crianças de até quatro anos de idade que eventualmente não tenham sido vacinadas.

O Governo do Estado mantém o oferecimento da dose zero para crianças aos seis meses de idade.

Pessoas de cinco a 29 anos não vacinadas ou com esquema incompleto devem receber ou completar o esquema de duas doses de tríplice viral, dependendo da situação, considerando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.

Pessoas de 30 a 59 anos não vacinadas recebem uma dose da tríplice viral.

Os trabalhadores de saúde, independentemente da idade, devem receber duas doses de tríplice viral.

 

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