A Associação de Engenheiros e Arquitetos de Praia Grande (AEAPG), com apoio da Mútua, Prefeitura e do Instituto Biopesca, promoveu o evento “Praia Limpa – Abrace o Mar” no último fim de semana, chamando a atenção dos munícipes que passavam pelo local.
Prova do sucesso da ação, que teve como objetivo incentivar a conscientização da população sobre a importância da preservação e manutenção das praias limpas, destinando corretamente o lixo e os resíduos sólidos para reciclagem, foi a quantidade de micro lixo coletado.
Entre plástico, metal, vidro, papel, isopor, tecido, lacres e bitucas de cigarro e outros resíduos, o Instituto Biopesca contabilizou o total de 60,840 kg coletados em cerca de meia hora por autoridades públicas e do setor privado, além de diversos voluntários presentes na ação.
“Foi um dia de grande valia para o meio ambiente, para a sustentabilidade e para o futuro da nossa e próximas gerações. É um evento no qual tenho muito orgulho de estar à frente juntamente com a diretoria, com os engenheiros e arquitetos da AEAPG, Mútua, secretaria do Meio Ambiente de Praia Grande, Instituto Biopesca e com o apoio da população que foi, de fato, fundamental”, afirma o Engº Felipe Mendes, presidente da AEAPG.
A programação teve início na sexta-feira, dia 14, das 18h às 21h, na sede da AEAPG, com uma exposição promovida pelo Instituto Biopesca, além de palestras do Engº Renato Archanjo, diretor geral da MÚTUA SP, sobre a “MÚTUA e seus benefícios”; da bióloga Karla Marques de Souza sobre a “Gestão de Resíduos Sólidos em PG”; e da presidente fundadora do Instituto Biopesca, a Engª Carolina Pacheco Bertozzi, com o tema “Preservando a Fauna Marinha”.
Renato Archanjo, diretor geral da Mútua/SP, comemorou o sucesso do segundo evento da Mútua no Brasil, que envolve questões de praia e meio ambiente.
“É um evento inédito que busca mostrar a consciência que todos os profissionais do Brasil, inclusive da engenharia, agronomia e geociência, precisam ter com o mar e com a natureza. Mostrar o quanto os resíduos sólidos podem prejudicar a vida marinha. Não basta a gente fazer a nossa parte, temos que sempre fazer um pouco mais. E, neste caso, é pegar o lixo que outros deixaram e levar essa mensagem de conscientização”.
